Opinião
Guimarães: Moradores continuam firmemente na luta contra o aumento das rendas
(do nosso correspondente)
Teve início no passado sábado a semana de luta dos moradores dos bairros do IHRU em Guimarães, contra o aumento brutal das rendas que chegaram a atingir, em dois anos, os 6000%! Aumentos sem aviso prévio que permitisse a reclamação sobre "as contas" que unilateralmente o IHRU fez, com base num procedimento claramente ilegal como vem sendo prática dos organismos do Estado sob o comando da tirania da comandita de traidores chefiada por Cavaco, Coelho e Portas.
Esta semana de luta, e também de luto, terminará no próximo dia 22/02 com actividades culturais e uma vigília. É de lembrar que será já em Maio que os moradores de alguns dos bairros vão ver de novo as rendas serem aumentadas.
Também esta segunda-feira, 17/02, na cidade do Porto, centenas de moradores dos bairros do IHRU desta cidade, se manifestaram contra os aumentos de que tiveram agora conhecimento e que chegam a atingir os 1000%. Bem que podem comover-se as bancadas parlamentares do PSD e do CDS com a situação que a ministra Cristas, o Coelho e o Cavaco criaram aos moradores pobres dos bairros do IHRU que com essas lágrimas já não enganam ninguém, antes desencadeiam o nojo e o ódio.
Como os moradores de S. Gonçalo dizem O GOVERNO TEM DE CAIR!
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Plenário dos trabalhadores e reformados do Metro e da Carris - Ousar lutar para ousar vencer!
(do no correspondente no Metropolitano)
Várias centenas de trabalhadores e reformados do Metropolitano de Lisboa e da Carris reuniram-se em plenário esta sexta-feira, 07/02, no Largo de Camões reafirmando a sua determinação na luta contra o roubo dos salários, contra o roubo dos complementos de reforma, conta o congelamento das carreias, contra a privatização.
Faixas pelo derrube do governo, contra o roubo nos salários e pensões, “deixem de roubar os reformados, porra”, eram empunhadas pelos trabalhadores e reformados que participaram no plenário convocado pelas organizações representativas dos trabalhadores.
Vários dirigentes intervieram a apelando à continuação da luta, sem desfalecimentos, sem tréguas, porque além dos processos jurídicos que estão avançar nos tribunais, a luta nos locais de trabalho, o combate contra o espoliar dos direitos, tem de se manter sem recuos, contra o canto das sereias, venha ele da parte das empresas ou dos que se dizem defensores de trabalhadores.
O derrube do governo foi reafirmado por alguns dos dirigentes sindicais, e a alternativa de um governo democrático patriótico como foi reafirmado por Luís Franco, presidente do SINDEM, mostrou que os trabalhadores e reformados destas empresas não têm ilusões quanto ao facto de que só com a queda deste governo vende-pátrias e a imposição de um governo ao serviço do trabalho contra o grande capital, estes roubos, esta retirada de direitos, poderá ser travada e os trabalhadores e reformados serem ressarcidos desses mesmos direitos, salários e pensões.
Durante o plenário foi aprovada uma moção que foi entregue posteriormente no Ministério da Economia. Apesar de o objectivo inicial ter sido o de uma delegação composta por 5 dirigentes sindicais entregá-la em mão ao secretário de estado, tal não foi possível devido à arrogância e falta de consideração do referido governante.
Começando por afirmar só receber 3 dos 5 dirigentes, face à atitude de firmeza de Luis Franco, presidente do SINDEM, que propos aos restantes sindicalistas – e estes subscreveram - que “ou o secretário recebe todos ou não recebe ninguém”, acabou por dar indicação à secretária de que receberia todos os elementos que compunham a delegação sindical.
Contudo, volvidos 40 minutos de espera, e de novo por proposta de Luis Franco, face à manifesta falta de educação exibida pelo arrogante secretário de estado, os sindicalistas abandonaram as instalações do Ministério da Economia, recusando-se a esperar mais um minuto que fosse.
Recorde-se que na moção adoptada pelos trabalhadores e reformados reunidos neste plenário onde se exige a suspensão da aplicação do artigo 75 da lei do OE para 2014, assim como se exige que a empresa cumpra os Acordos de empresa, nomeadamente o retomar imediato do pagamento dos complementos de reforma e o descongelamento das carreiras, entre outros pontos.
Nesta moção, aprovada por unanimidade, é reafirmado que, se nas próximas reuniões, a ocorrerem durante este mês de Fevereiro, não forem aceites estas reivindicações, os trabalhadores do Metro de Lisboa e Carris irão avançar com novas formas de luta, dispostos a lutar para ousar vencer. De salientar de que na Carris os trabalhadores vão fazer greve às horas extraordinárias entre 21 de Fevereiro e 31 de Março.
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Trabalhadores e reformados do Metro de Lisboa ousam lutar para vencer
(do nosso correspondente no Metropolitano)
Os trabalhadores e reformados do Metropolitano de Lisboa demonstraram nesta segunda-feira, que não estão dispostos a baixar os braços na sua luta contra o roubo nos salários, no roubo dos complementos de reforma, na concessão e privatização dos serviços públicos de transporte.
Num plenário com a presença de muitas centenas de trabalhadores e reformados e no qual estiveram presentes, numa manifestação de solidariedade para com a sua luta, reformados da Carris, realizado neste dia, 27 de Janeiro, estes aprovaram uma moção onde contestam com enorme veemência os cortes impostos pelo OE de 2014, considerando este um orçamento tipicamente terrorista.
Nesta moção aprovada por unanimidade exigem nomeadamente que a empresa retome o pagamento dos complementos de reforma, o descongelamento das carreiras, e o cumprimento dos Acordos de empresa. Os trabalhadores e reformados presentes, decidiram ainda marcar um plenário conjunto, público, de trabalhadores reformados e no activo do Metro e da Carris para 7 de Fevereiro, no Largo de Camões, em Lisboa, seguido de uma ida até ao Ministério da Economia, para "perguntar ao secretário de Estado dos Transportes o que vai decidir sobre o futuro das empresas", que foram fundidas, Carris e Metro.
Também decidiram pedir uma reunião urgente ao presidente da Câmara de Lisboa para saberem qual a sua posição sobre a concessão da empresa a privados. É importante referir que o presidente actual da edilidade tem vindo a terreiro afirmar que “está contra a intenção do Governo de concessionar a Carris e o Metro”, posição a nosso ver dúbia, porquanto durante este processo só se viu o esbracejar mas nada de actos concretos.
Esta posição mais que justa dos trabalhadores do Metropolitano de Lisboa vem ao encontro dos pontos de vista expressos pelo PCTP/MRPP, única força política que sempre inscreveu nos seus programas eleitorais que, quer o Metropolitano de Lisboa, quer a Carris, deverão ser municipalizados.
Neste plenário Luís Franco, presidente do SINDEM, um das organizações que convocaram este importante plenário, referiu-se nomeadamente às afirmações de traição proferidas recentemente pelo secretário-geral da UGT, Carlos Silva, sendo apoiado pelos presentes.
No final do plenário os trabalhadores e reformados presentes tomaram a decisão de marchar em manifestação desde do Saldanha até ao Ministério do Emprego e Segurança Social, na Praça de Londres, em Lisboa, gritando palavras de ordem como “a luta continua, governo para a rua”, "parem de roubar quem viveu a trabalhar", “Metro jamais será vencido”, entre outas palavras de ordem que foram apoiadas pela população no percurso por onde passava a manifestação que contou com centenas de participantes.
Ficou demonstrado que os trabalhadores deste importante sector não desarmam no seu combate contra a prepotência e as políticas reaccionárias e terroristas impostas por este governo, mostrando também que o caminho a seguir é o derrubamento do governo
Coelho/Portas, não havendo tempo a perder. Quem ousa lutar, ousará vencer!
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Garcia Pereira em debate com os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa
(do nosso correspondente no Metropolitano)
Esta sexta-feira passada, dia 10/01, realizou-se um importante plenário de trabalhadores reformados e no activo do Metropolitano de Lisboa, no auditório da estação dos Alto dos Moinhos, promovido pelo Sindem (Sindicato da Manutenção do Metropolitano), com a presença significativa cerca de 200 participantes, e para que foi convidado a intervir e debater o camarada Garcia Pereira.
Este plenário surge na sequência das lutas que têm sido travadas por estes trabalhadores, activos e na reforma, contra o roubo dos salários e dos complementos das reformas. Na ocasião Garcia Pereira fez uma intervenção em que abordou e denunciou os ataques terroristas que os trabalhadores, em particular, os dos transportes, tem sido vítimas por parte do governo, PSD/CDS, intervenção, essa, que foi seguida com grande atenção e apoio por parte dos presentes.
No animado debate que teve lugar, Garcia Pereira teve ainda a oportunidade de se referir de forma desenvolvida e aprofundada ao escândalo dos contratos "swap”, e à necessidade de impedir a impunidade dos seus responsáveis.
Reproduzimos em seguida o vídeo que nos foi cedido pelo nosso correspondente no SINDEM com a intervenção do nosso camarada. E relembramos que estão já marcadas duas novas greves parciais nos próximos dias 16 e 23 deste mês de Janeiro.
O que foram os contratos "Swaps"
A luta contra o roubo do complemento de reforma e das pensões
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Greve dos trabalhadores do metro a 100%...
(do nosso correspondente no Metropolitano)
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Os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa cumpriram esta quinta-feira, com enorme determinação, mais um dia de greve parcial. A adesão, que chegou aos 100%, demonstra que estes não estão dispostos em abdicar de direitos duramente conquistados.
Contra o roubo dos salários e dos complementos de reforma, já estão marcadas novas greves parciais, para os dias 16 e 23 deste mês.
Pelo derrube do governo de traição nacional! Por um governo democrático patriótico!
Luta dura, mas os trabalhadores vencerão!
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Reformados do Metropolitano em luta contra o roubo das pensões!
(do nosso correspondente no Metropolitano)
Os reformados e pensionistas do Metro concentraram-se ao princípio da manhã nas instalações do metropolitano de Lisboa na Barbosa du Bocage para retomarem o trabalho, depois de terem sido enganados e visto confiscados os complementos de reforma. Logo que impuseram uma reunião com o CA, este, apavorado pela firmeza demonstrada, chamou logo a polícia que destacou para lá alguns elementos do corpo de intervenção, facto escamoteado pelos canais de televisão presentes. Mas os trabalhadores não se deixaram intimidar e forçaram o acesso aos vários pisos do edifício.
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Estado de graça ou engraçadinho?
(do nosso correspondente no concelho de Loures)
No passado dia 02/01/2014 realizou-se a 2ª reunião da 5ª sessão ordinária da Assembleia Municipal de Loures. Na discussão do seu ponto 8, que versava a temática sobre Gestão Municipal, o representante do PCTP/MRPP criticou o executivo Municipal, formado com base numa nem por isso tão bizarra aliança entre PCP/PSD, por este invocar, pela enésima vez, razões imprevistas resultantes de dívidas desconhecidas, como se tal fosse possivel, tendo em linha de conta que vereadores do PCP faziam parte do executivo camarário no mandato anterior, não podendo, por isso, vir agora alegar desconhecimento desses factos.
O nosso camarada, desmascarando de imediato o oportunismo de tal manobra, comparou-a com a velha e relha demagogia da “herança da longa noite fascista” que tem servido a todos os opurtunismos para se eximirem das suas responsabilidades e na sua deserção da luta pela defesa dos interesses do povo, salientando ainda que a causa de todas as dificuldades do povo português reside em que beneficiam unicamente os poderosos do costume.
O nosso camarada sublinhou ainda, com toda a justeza, que havia uma contradição total entre o discurso do PCP na assembleia da república contra tais políticas e a aliança que entretanto estabeleceu em Loures com o partido que protagoniza essas políticas que só têm prejudicado o povo de Loures e do País. Aliança que só se pode entender com a sede de se alcandorar a todo o custo ao poder na Câmara Municipal de Loures.
À falta de argumentação para rebater esta denúncia, Bernardino Soares não encontrou outro argumento para rebater as criticas do representante do PCTP/MRPP se não trazer a terreiro o caso do oportunista Durão Barroso com a velha e estafada alusão de ter sido militante do MRPP.
Não ficou sem resposta. Logo que foi possível o nosso camarada retomar a palavra, respondeu á provocação com exemplos de trânsfugas que atravessam todos os partidos nomeadamente no PCP. Enquanto a expulsão desses trânsfugas reforçam a justa linha política do PCTP/MRPP, no caso do PCP a sua saída não altera o oportunismo da linha política revisionista que aquele partido sempre perfilhou.
O neófito presidente da câmara e ex-deputado Bernardino Soares, confrontado com as críticas legítimas de simples gestor da crise do sistema, e contrariando todas as expectativas do Povo de Loures, mais não se lhe oferece que assumir-se como um mero provocador, furtando-se a assumir a luta de ideias. Não servindo os interesses do povo que o elegeu, há-de ser derrubado, tal como os seus parceiros de coligação o serão do governo!
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Greve no Metropolitano de Lisboa
(do nosso correspondente no Metropolitano)
A greve parcial desta quinta-feira, dia 19/12, foi mais um passo importante na luta contra o governo de traição nacional Coelho/Portas, que está a roubar o trabalho e o salário e os complementos de reforma e de pensões dos trabalhadores no activo e reformados. Os trabalhadores do Metro demonstraram mais uma vez a sua determinação, unidade e firmeza neste duro combate.
Entretanto, como já se anunciou, as organizações sindicais na empresa decidiram uma nova greve parcial para dia 7 de Janeiro de 2014. Esta greve parcial repetir-se-á todas as semanas durante este mês.
A luta é dura, mas os trabalhadores vencerão!
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Trabalhadores do Metropolitano em plenário
(do nosso correspondente no Metropolitano)
Os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa reunidos hoje em plenário, decidiram que vão continuar com a sua luta, realizando uma greve parcial todas as semanas em Janeiro, e a ser iniciada a 9 de Janeiro de 2014.
O Plenário aprovou também por unanimidade e aclamação uma Moção de apoio à justa luta dos trabalhadores dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, contra a privatização e o desmantelamento da empresa. A moção vai ser entregue amanhã na concentração.
Os trabalhadores continuam a lutar contra o roubo dos salários, e dos complementos de reforma e de pensões.
A luta é dura mas os trabalhadores vencerão!
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EB1 do Lijó (Barcelos) - Pais e encarregados e educação em luta contra a degradação das condições do funcionamento da escola
Do nosso correspondente em Barcelos recebemos a denúncia seguinte, que é bem ilustrativa da política deliberada do governo e do ministério da educação para, passadas as eleições, degradar a escola pública e criar condições para a sua entrega ao grande capital privado, e que realça igualmente a crescente mobilização popular para combater essa política e os seus responsáveis.
A freima inauguracional, prévia às eleições, traz coisas destas: equipamentos, sem as condições necessárias ao seu funcionamento normal, são inaugurados e começam a ser utilizados sem sequer se saber quando é que serão criadas as condições em falta. É o caso do edifício da EB1 de Lijó. Parece que está acabado mas não está.
Os alunos, para almoçar, têm de se deslocar ao refeitório da EB23 uma distância entre 150 e 200 metros em campo aberto. Se chove, como é? Enviam as crianças para a molha e consequente constipação? Esperam alguma aberta e depois mandam-nas a correr para ver se escapam à chuveirada? E se caírem? E se não houver “abertas” no tempo? Obrigam-nas ao jejum para não se molharem?
E, como que a anunciar o que lá vai dentro, dois perigosos degraus antecedem uma das entradas, tornando-se numa fonte adicional de insegurança para as crianças
Mas o mal não fica por aqui. Que é feito de um espaço de recreio em condições para as crianças do 1.º ciclo? Basta uma zona alcatroada e pouco mais? É isso que se quer para as nossas crianças?
Igualmente incompreensível é a ausência de campainha na porta principal e a ausência de telefone fixo: quando um encarregado de educação pretende contactar a escola por qualquer motivo o que encontra é uma barreira. Primeiro não há telefone fixo, tornando obviamente muito mais caro o contacto, a seguir tenta o telemóvel e ninguém o atende, finalmente, depois de chegado à porta da EB1 do Lijó, vê que não há campainha na porta e não consegue ser atendido. Isto é o resultado. E isto tudo se passa porque a Câmara “não tem stock de campainhas”… e o governo não pode comportar o encargo com um telefone fixo, mas já pode se for um telemóvel. Ridículo mas verdadeiro.
Foi esta situação de ameaça permanente à saúde das crianças, de condições insuficientes ao desenvolvimento das mesmas e de dificuldade de acesso a todo o momento dos encarregados de educação à EB1 do Lijó, que fez pais e outros familiares das crianças, manifestarem-se à entrada da escola na passada 2.ª feira, dia 9.
Para já, apenas foi obtida uma reunião com o director que cruza acusações de responsabilidade com a Câmara. Mas vontade de lutar não falta.
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Povo de Olhão e da Fuzeta de luto
(do nosso correspondente em Olhão)
Mais dois pescadores do Algarve perderam a vida no mar, cobrindo de luto e de dor famílias e amigos. O acontecimento e as lições a tirar dele mereceram já uma tomada de posição do Comité Regional do PCTP/MRPP do Algarve em comunicado enviado à redacção do jornal, no qual se denuncia que as condições de vida e luta para arrancar ao mar o sustento diário para si e para a suas famílias, continua a custar a vida de muitos destes homens.
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Os Trabalhadores do Metropolitano de Lisboa marcam nova greve
(do nosso correspondente no Metropolitano)
Os trabalhadores do Metro, decidiram efectuar nova greve parcial, voltando a paralisar os serviços no próximo dia 19/12.
As diversas organizações representativas de trabalhadores desta empresa decidiram também marcar um plenário geral de trabalhadores para dia 17/12.
Os trabalhadores não desarmam no seu combate contra o roubo nos salários, os complementos de reforma, a privatização. Uma luta dura mas os trabalhadores e reformados e pensionistas não estão dispostos a ceder nos seus mais elementares direitos.
É fundamental que os objectivos desta luta tenham como condição primacial o derrube deste governo vende-pátrias, porque sem esse derrube urgente não serão alcançados os objectivos propostos.
Abaixo o governo vende pátrias do Coelho/Portas! Por um Governo Democrático Patriótico!
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