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Falta espinha à UGT… e, também, ao STAL

No último plenário a que fui do STAL, não como fulano que paga quotas mas sim como convidado, foi-me dito pela responsável sindical do STAL que, por ela, só teria os benefícios como trabalhador na câmara quem pagasse quotas ao sindicato. Ora isto não me caiu nada bem.

Ora não tenho condições psicológicas para fazer grevezinhas de 1 dia.

Quando o STAL ou a CGTP quiser fazer 3 dias de greve (terça quarta quinta), eles que me digam.

Eu, como vivo sozinho, tenho que ir a vários supermercados procurar preços mais baixos, eu não consigo encontrar quase nenhum trabalhador da Câmara a fazer compras de comida, não vejo o porquê de não se fazerem greves de 3 dias para começar.

E depois a representante do STAL ainda diz que os da UGT não têm espinha.

C.P.

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Declaração sobre a Greve Geral de 3 de Junho

Esta greve de um único dia não serve o proletariado português, mas sim a burguesia sindical que vive de subsídios.

A greve de um único dia em Portugal serve apenas aos interesses da burguesia, que se aproveita da fraqueza dos sindicatos para consolidar o seu poder económico. Ao interromper o trabalho por tão pouco tempo, os trabalhadores acabam indirectamente legitimando medidas que fortalecem a elite, sem provocar mudanças reais. Os sindicatos promovem grevezinhas de 1 dia para depois os governantes e deputados na A.R. virem dar dias de tolerância no mês de Dezembro para gozar com a inoperância dos sindicatos.

Os líderes sindicais mantêm o ritual de paralisação curta para justificar a sua existência, recolher quotas e aparecer nas TVs , enquanto os trabalhadores perdem um dia de trabalho sem qualquer ganho estrutural , enfrentando problemas familiares pelo fecho de creches e escolas levando a engordar números de uma greve forçada, não pela concordância pela greve mas porque não podem deixar os filhos na rua ao abandono .

Como Mao Tse Tung ensinou no Livro Vermelho, podemos e devemos ser nacionalistas! Defender a soberania e a força da nação acima de tudo.

Uma greve simbólica de 24 horas enfraquece a economia portuguesa exactamente quando enfrentamos colapso demográfico pela baixa natalidade e entregamos competitividade a capitais estrangeiros e empresas multinacionais.

O verdadeiro patriotismo revolucionário exige lutas sérias e sustentadas pela produção nacional, pela família e pelo futuro do povo, não de espectáculos de um dia que enriquecem apenas a casta sindical.

Portugal precisa de força, não de teatros cunhalistas.

Abaixo os sindicatos em biquíni às bolinhas amarelas.

CP

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