PAÍS

Passos Coelho - vaiado em Matosinhos

Um pouco por todo o lado, multiplicam-se os protestos populares espontâneos contra a presença dos membros do governo reaccionário e terrorista do PSD/CDS no espaço público.
 
No dia três de Dezembro, por exemplo, o ministro Miguel Relvas foi assobiado, apupado e insultado pelos delegados das freguesias, inclusivamente por delegados do PSD e do CDS, quando, em Portimão, pretendeu usar da palavra no 13º Congresso da Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE).

O Congresso reuniu-se expressamente para discutir o projecto com o qual o governo e a Tróica procuram extinguir cerca de um milhar de freguesias portuguesas, e acabou por rejeitar o projecto de lei avançado pela comissão parlamentar da maioria absoluta PSD/CDS.


Os delegados das freguesias vaiaram o ministro à chegada, insultaram-no quando intentou falar e abandonaram a sala do Congresso, aguardando-o à saída para o despedirem com uma vaia monumental.

Nesta luta absolutamente espontânea estava unida a totalidade dos delegados ao Congresso, maioritariamente composto por elementos dos tais partidos governamentais.

No dia 14 de Dezembro, foi a vez de Passos Coelho e da comitiva governamental, à entrada e saída do Centro Cultural Gerardo Rueda, em Matosinhos, inaugurado pelo primeiro-ministro, na companhia do antigo chefe do governo espanhol, o reaccionário José Maria Aznar, agora rapado do bigode.

Ladrão, Mentiroso, Trafulha foram algumas das palavrinhas com que a pequena multidão recebeu e despediu Passos Coelho.

Estas formas espontâneas da luta do povo português são justas e vão-se repetir cada vez mais, até que os membros do governo terrorista dos monopólios governamentais Coelho/Portas, tal como aconteceu com Sócrates no seu último governo, não ousem sair de casa e se remetam à tarefa de continuar a enganar o povo português em segurança total, através da governança e dos meios televisivos.

Para a classe operária, estas formas populares e espontâneas de luta, além de muito eficazes e mobilizadoras, são um barómetro político que não engana ninguém: em seis meses, o povo está farto do governo e começou a persegui-lo com vigor na via pública.

Bem podem as empresas de sondagem (monopólios ao serviço dos monopólios) afiançar que o PSD e o CDS, apesar das medidas terroristas aplicadas, não perderam ainda oestado de graça, porque a verdade é que o crescimento dos protestos populares espontâneos significam justamente o contrário.

NÃO PAGAMOS!
NÃO AO TRABALHO FORÇADO!
DERRUBE DO GOVERNO!
POR UM GOVERNO DE ESQUERDA; DEMOCRÁTICO PATRIÓTICO


 

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