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Opinião

A candidatura à CM de Aveiro na rádio

A candidatura à CM de Aveiro na rádio

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Tempos de Antena Loures

Tempos de Antena Loures

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Em Loures, o que está a dar é um Putedo de Coligações de partidos. É fartar Vilanagem!

Em Loures, o que está a dar é um Putedo de Coligações de partidos.
É fartar Vilanagem!

Em Loures, no pós-eleições autárquicas, é tudo um Putedo de coligações políticas; o deboche chegou com uma Coligação na Câmara Municipal de Loures, um acordo, após as eleições, entre o PS e o PSD de Loures — é a Rosa Laranja que renasce em Loures!

Também na Junta de Loures temos uma “Vodka Laranja” — um acordo entre a CDU e o PSD de Loures, para repartir os lugares na Junta de Loures; uma pouca-vergonha!

Loures é a Terra das Gamelas: fica tudo a comer na mesma Manjedoura Política. Tal como prevíamos e afirmámos no nosso último tempo de antena na Rádio Horizonte, estes canalhas, esta cambada de traidores, que traíram, no primeiro minuto, os eleitores que votaram neles, estão apenas preocupados em dividir os tachos e tachinhos, os cargos e lugares de Assessor. Este era e é o verdadeiro objectivo da sua corrida, na qual investiram milhões de Euros.

Aliás, nada disto é propriamente novidade: depois de nos anos 90, a CDU se ter coligado com o PSD na Câmara de Loures, em 2002, o PS coligou-se com a CDU e, depois, em 2013, a CDU voltou a coligar-se com o PSD. De novo o Vodka Laranja é muito apreciado em Loures, é terra abundante do Putedo de coligações entre Partidos. E é ver qual deles está sempre presente!

Estas coligações resultam e põem a nu, as negociatas pós eleições, e através das quais os três partidos mais votados em Loures -PS, CDU e PSD - traíram os eleitores que votaram neles ao negociar nas costas dos Lourenses. Afinal, no dia a seguir às eleições ficaram todos iguais, defendendo a mesma política! Contudo, quem votou neles não foi, certamente, para se coligarem nem a promessa de coligação constava nos seus programas eleitorais. É caso para dizer, apanham-se com os mandatos, e correm de imediato ao mercado das negociações, da divisão do bolo.

É altura do povo pedir contas a estes políticos desonestos e oportunistas que enchem a boca, e batem no peito para dizer que as pessoas são a sua prioridade, quando, na realidade, estão apenas preocupados em dividir os Tachos, coligando-se entre si, num putedo político.

Em Loures vive-se uma paz podre política, nascida da mais vil corrupção, subordinada aos compromissos e interesses que estas forças políticas estabeleceram entre si, revelando as verdadeiras preocupações destes partidos que apenas estão, como sempre estiveram, interessados em meter a mão no pote de mel, e repartir os milhões que vem da Bazuca, imaginada e ansiada por Costa, e do chamado Plano de Resolução e Resiliência (PRR).

E apesar de estes partidos terem gasto milhares de euros na campanha eleitoral autárquica, nenhum conseguiu os votos suficientes para se poder abarbatar com os esperados milhões, porque o povo pode ainda ter dúvidas quanto ao caminho a escolher, mas sabe claramente qual o caminho que não quer, daí os números de abstenção no concelho. Alegadamente, terão sido gastos 120 mil euros pelo PS de Loures, e 90 mil euros pelo PSD, fora o que gastou a CDU; milhares de euros esbanjados para agora se coligarem uns com os outros! mais valia que tivessem concorrido todos juntos, mas isso só aconteceria se a intenção de enganar não fosse premeditada. Aliás o dinheiro da campanha não terminou para o PS, que depois de vencer fez novos cartazes a dizer “Obrigado pela Confiança”! O PCTP/MRPP fez a sua campanha com um orçamento inferior a 500 €, e ainda conseguiu na Freguesia de Santo Antão e São Julião do Tojal a percentagem de 5,86%, ficando a 21 votos de eleger um representante, o camarada Alberto de Matos.
Em 2021, o PCTP/MRPP, durante a campanha Eleitoral Autárquica em Loures deixou bem claro, que não queria nem Alianças nem jogos de poder, como aquelas negociatas que vieram acontecer nas costas do Povo de Loures.
Os muitos Lourenses que se sentem enganados ou traídos pelos partidos em que votaram, situação que ficará cada vez mais clara no decorrer do tempo, com o incumprimento das promessas eleitoralistas e consequentes efeitos na vida da população, devem fazer o seu balanço, retirar as suas lições e escolher o caminho e o Partido que nunca os enganouo PCTP/MRPP

A candidatura de Loures do PCTP/MRPP

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A nossa participação em Aveiro nas eleições autárquicas e o significado dos resultados das mesmas

A nossa participação em Aveiro nas eleições autárquicas e o significado dos resultados das mesmas

As eleições para a Câmara Municipal de Aveiro, realizadas no passado dia 26 de Setembro, caracterizaram-se – como o Partido afirmou, durante toda a campanha eleitoral, que iria acontecer – pelo facto da maioria absoluta dos eleitores as ter desprezado. A abstenção atingiu os 51,47%, o mesmo nível de 2017, mas ainda mais do que os 50,91% registados nessa data, e os votos brancos e nulos somaram, numa outra forma de abstenção, 5,34% dos votantes. Nem o isco dos “milhões a distribuir” do anunciado PRR que vão estar ao dispor do município (de Aveiro e de todos os outros…) foi capaz de inverter o movimento para a abstenção. Susteve-o momentaneamente, mas foi incapaz de o inverter.

É na classe operária e na juventude que se encontra a grande massa de abstencionistas; não votam porque já viram que nenhum dos seus problemas pode ser resolvido pela via eleitoral. Os que, por enquanto, votam, fazem-no no geral com os pés: em vez de elegerem autarcas de Aveiro, elegem outras paragens onde trabalhar e viver emigrando.

Os operários e a juventude não votam porque sabem perfeitamente que o que está em jogo nas eleições são apenas que contractos e com quem se irão realizar, ou seja, quem vai enriquecer à conta. É natural que haja quem veja aí algum interesse e vote. Mas nada disso afecta a vida da classe operária e da juventude porque os contractos escondidos atrás dos programas são apenas isso, contractos realizados no pressuposto da continuação da sua exploração e opressão. Como votar assim?

A prova está em que a juventude presente na cidade está-o por conta de ser estudante, não por razões de trabalho e vida. Aliás “ir-se embora” é uma das suas forças, pois põe os capitalistas à míngua de força de trabalho uma vez que os salários são tão baixos que não permitem a sobrevivência, nomeadamente pagar a renda. Claro está, este tipo de eleição com os pés acontece ainda no quadro do capitalismo, pressupondo a sua continuação. E continuará a acontecer até que a massa da juventude operária perceba que, para alcançar uma vida humana em todos os seus aspectos, é preciso mudar de nível, passar à revolução comunista, provocando, em simultâneo e nesse movimento, a libertação da humanidade do cancro da exploração e da opressão do homem pelo homem.

Para já uma evidência: os actuais níveis de abstenção tornam ilegítima, do ponto de vista democrático, toda e qualquer decisão camarária. Mesmo que todos os vereadores e toda a assembleia municipal estejam de acordo em dada matéria, todos juntos não representam mais do que 45% dos eleitores. Democracia não é haver representantes eleitos, democracia é as decisões da maioria serem postas em execução.  Um “sistema democrático” que nem consegue apurar o que a maioria quer, pode auto-intitular-se de democrático, mas não passa de uma farsa.

Temos, desde o princípio, a farsa eleitoral que consiste em, no período eleitoral, prometer um programa que, alcançado o poder, é totalmente torpedeado e rasgado. Estamos agora perante um nível superior da farsa: os eleitos, por uma minoria de 23% dos eleitores aveirenses, acham que estes lhes passaram um cheque em branco em nome de uma maioria, que lhes permite decidir “democraticamente”, na prática autoritariamente, sobre todas as coisas.

E a oposição burguesa e pequeno-burguesa, desde o chega à CDU, passando pelos óbvios PS e BE, concorda que isso é democrático. NÃO É! A exigência nesta matéria só pode ser uma: o executivo não pode tomar decisões que afectem a vida dos aveirenses sem as levar a referendo municipal. Se não leva, com a cumplicidade da uma oposição comprometida na mesma via, mostra que o sistema que o abriga não passa de uma ditadura tirânica da pior espécie.

Resta ainda fazer o balanço da nossa participação nestas eleições. Obtivemos 92 votos, o pior resultado eleitoral do Partido em eleições autárquicas em Aveiro, mas apesar do nosso foco não ter estado na conquista de votos, é preciso saber se tal afectou a forma como o Partido e o comunismo são vistos pela classe operária e pelo povo. O Partido, em Aveiro, já esteve em pior situação eleitoral, nomeadamente de 1987 a 1994, e, do ponto de vista estrito eleitoral, recuperou. A base agora é diferente, é um novo ponto de partida, e a classe operária e restantes classes oprimidas sabem-no.

Colocámos dois objectivos na participação nestas eleições: o primeiro, servir a prioridade política do Partido da sua consolidação e reforço organizativo e ideológico, e o segundo, tornar claro aos olhos do povo que disputamos a direcção do processo político, e o queremos dirigir no sentido do derrube do sistema capitalista e da revolução comunista proletária.

Quanto ao primeiro objectivo, foi no essencial, alcançado: a organização do Partido está a recrutar com base no trabalho realizado ao mesmo tempo que elevou o seu nível do ponto de vista ideológico ao quebrar qualquer tipo de ilusões eleitoralistas de semente liquidacionista que pudessem surgir.

Quanto ao segundo objectivo só a prática futura pode tirar a limpo qual o resultado obtido.

A propaganda escrita, se bem que clara quanto aos nossos objectivos, alcançou uma parte reduzida da classe operária e do povo do concelho de Aveiro e concelhos vizinhos que trabalha no concelho de Aveiro: dois turnos da Renault, da OLI, da Extrusal, da Bosh/Vulcano e da Funfrap; e a parte reduzida da população de Aveiro e arredores presente no dia 24 no centro da cidade.

A propaganda colada alcançou todas as freguesias do concelho de Aveiro e baseou-se na campanha política do Partido pelas 35horas e no Mandato Popular, neste caso só as freguesias mais centrais. Chegar a todas as freguesias foi positivo, a campanha política pelas 35 horas também, mas sem inquérito, pouco mais podemos adiantar sobre os efeitos.

Os outros meios – entrevistas, depoimentos e debates – foram usados na medida em que o camarada João Pinto os soube usar. Há aqui um campo enorme para melhoria e é preciso descobrir camaradas com capacidades inatas para este tipo de trabalho bem como prepará-los para tal.

Viva o comunismo!

Tudo pela vitória da Revolução Proletária Comunista!

O Comité Local Aveiro-Ílhavo do PCTP/MRPP

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A penúltima acção de campanha

A penúltima acção de campanha
ao portão da Bosh - Aveiro

PropagandaComunistaAAPortaDaBosh

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Programa para a UF de S.to Antão e São Julião do Tojal

AlbertoMatosVitorVieiraPrograma para a UF de S.to Antão e São Julião do Tojal

FAZEMOS A DIFERENÇA!



ProgramaStoAESJTojalAo contrário do que tem sido demonstrado pelas forças políticas que têm sido responsáveis pela UF de S.to Antão e S. Julião do Tojal, os candidatos do PCTP/MRPP lutam por uma freguesia em que todas as pessoas tenham qualidade de vida e um futuro mis ecológico, tecnológico e cívico conduzindo o jovens e todos s cidadãos no sentido da educação, criatividade e cidadania, fazendo da freguesia um exemplo para o concelho de Loures.

POR UMA POLÍTICA GLOBAL DE EDUCAÇÃO, DE SAÚDE, DE HABITAÇÃO, DE EMPREGO, AMBIENTAL E DE CIDADANIA que sirva o povo trabalhador da UF de Sto. Antão e S. Julião do Tojal.

Na nossa União de Freguesias de Santo Antão e São Julião do Tojal, o actual executivo está adormecido, ficou parado no tempo; estes quatro anos foram de inércia total: por isso, nós fazemos a diferença.
Queremos uma Junta de Freguesia totalmente transparente, ao contrário do que aconteceu com a valor de 160 mil Euros apresentados na rubrica “outros”, no Orçamento da Freguesia de 2019.

Defendemos:
- uma Junta de Freguesia mais operacional com a contratação de mais pessoal para reforço da varrição e da limpeza urbana;
- a execução da manutenção do Site da Junta, a contabilidade e as obras de remodelação, como as do Jardim público, no valor de 90 mil €, ou obras no próprio edifício da Junta, feita pelos trabalhadores, ao contrário do que fez este Executivo Burguês que contratou empresas externas;
- o reforço dos contractos Inter-administrativos acompanhados pelos Fregueses e cumpridos integralmente;
- a redução da utilização de água nas zonas relvadas e nos Jardins, como o Aqueduto, reduzindo o desperdício da água, a ser realizado pela Junta ,em vez de ser feito por uma empresa;
- a construção do centro de saúde de Santo Antão, criando as valências que faltam no Centro de Dia, para prestar apoio social aos idosos;
- o reforço do apoio às colectividades, e aos Bombeiros, assim como a cedência de materiais às pessoas mais carenciadas;
- o transporte escolar, o transporte a idosos e com dificuldade de mobilidade, prestando um apoio social maior.
É preciso mais empenho na resolução dos problemas prioritários da Freguesia mesmo aqueles que possam extravasar a competência da Junta.

No próximo dia 26 de Setembro, escolhe uma política diferente. Escolhe uma política ao serviço do povo.
VOTA PCTP/MRPP

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Por um SIMAR com futuro

Por um SIMAR com futuro

ComunicadoSimarO SIMAR (Serviços intermunicipalizados de águas e resíduos) de Loures e Odivelas transformou-se numa empresa de contratar Empresas, recorrendo sistematicamente à contratação exterior num ciclo vicioso que é preciso inverter rapidamente, sob pena de caminharmos para a sua destruição e, consequentemente, para  o desemprego que lhe está associado.
São 37 milhões de euros por ano do SIMAR que são entregues a privados, cerca de 40 % de perdas físicas de água, milhões de euros em perdas físicas e comerciais na distribuição de água:  esta gestão coloca em causa o futuro da nossa empresa e o nosso futuro.
 Já fomos um dos Maiores Serviços Municipalizados do País, quando éramos SMAS e agora, devido à má gestão da administração, estamos em vias de desaparecer.
Todos os partidos, incluindo o PCP (como podem prometer um SIMAR público, com a má gestão que está a ser feita?) olham para o SIMAR como um negócio, sem que a opinião dos trabalhadores seja tida em conta.
Esta gestão politizada do SIMAR não está a resultar, as contas estão a ser camufladas, enquanto a empresa fica sem capacidade de investimento – temos uma má gestão corrente, vamos a navegar sem rumo, mas directos ao desemprego.
Nós, o PCPT/MRPP somos os únicos que defendem um SIMAR unido, público e de qualidade, numa gestão conjunta dos dois concelhos.
Na DRU, os circuitos de Recolha de Resíduos são entregues a empresas privadas, assim como   a recolha selectiva. A lavagem de contentores de recolha lateral é feita por privados. E assim se vão destruindo os nossos postos de trabalho pelos alegados defensores dos trabalhadores. Os Monos foram retirados da empresa, esvaziando a mesma, em vez de se manter e investir dentro da empresa.
Até o atendimento telefónico é feito, em parte, por outras empresas, assim como o “corte” por falta de pagamento de água e o serviço de leituras dos contadores.
No saneamento, uma parte do serviço é feito também por privados. No entanto, toda esta concessão a privados não é feita de forma clara, está encapotada; mas, é preciso e urgente perceber que estes Gestores "Públicos", quase só contratam empresas privadas com vista ao lucro, e desvalorizam o nosso papel importante para o Futuro desta Empresa.
A empresa não faz novos contractos, nem substitui os trabalhadores que chegam à reforma, como é o caso do torneiro mecânico que se aposentou recentemente, não tendo sido contratado ninguém para o seu lugar. A solução encontrada foi passar à contratação exterior, a outra empresa.
Só nos, os trabalhadores, sabemos a forma como fomos tratados durante esta pandemia! sem o menor respeito, trataram-nos de tal forma que parecia não existir pandemia!. Nós, os trabalhadores não esquecemos a forma como fomos tratados, parecia existir o síndrome Graça Freitas, no principio nem máscara nem testes queriam distribuir pelos trabalhadores.
Queremos congratular-nos pela atribuição do suplemento de penosidade e de insalubridade, mas a nossa preocupação recai sobre os colegas, a quem ainda não lhes foi atribuído esse suplemento, em sectores como a electromecânica e a serralharia que podem ser enquadrados pela lei, para além de outros sectores.
A nossa lista integra muitos trabalhadores do SIMAR, os quais conhecem bem a realidade da empresa, que conhecem as necessidades da população e que sabem o que é preciso fazer:  conhecemos a realidade, temos uma palavra a dizer!
É preciso contratar mais trabalhadores, investir na aquisição de viaturas pesadas próprias na recolha de resíduos, de máquinas para trabalhar, de ter brigadas próprias capazes de substituir as condutas de abastecimento de água antigas, em vez de andar sempre nos remendos.
Precisamos de um SIMAR mais operacional, capaz de desempenhar a sua missão, e que se mantenha na esfera pública.
É preciso que os dois concelhos, Loures e Odivelas, façam uma boa Gestão e invistam dos seus orçamentos municipais para recuperar os anos de desinvestimento perdido.
É preciso que a empresa se mantenha pública e bem gerida. Somos os únicos que defendem o SIMAR.
Os que defendem a separação dos Serviços, ou a divisão em dois concelhos, são os que querem o fim da empresa.
Chegou a hora de lutar por um SIMAR unido, público, e de qualidade.
Desafiamos todos as candidaturas a dizer que querem um SIMAR público gerido pelos dois concelhos.
Chegou a altura de lutar pelo Futuro do SIMAR, vota na nossa lista por um SIMAR bem gerido e com futuro!

No dia 26 de Setembro, vota por uma política diferente, por uma política ao serviço do povo!

Vota PCTP/MRPP

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Programa Loures 2021

JoaoResaJoaoAlexandrePrograma eleitoral
concelho de Loures




ProgramaLouresNestas eleições, como no passado, está montada uma farsa eleitoral manipuladora que promove a eleição e manutenção de corruptos e incapazes, de vendedores de falsas promessas: um sistema antidemocrático com promessas que não cumprirão.
Em Loures, os partidos CDU/PS com as suas muletas tornaram-se na maior agência de empregos.

                         Vamos romper com o estabelecido!                        
Vamos escolher uma nova política,
uma política ao serviço do povo!

Exigiremos a realização de uma auditoria às contas da autarquia, de acordo com os princípios democráticos de detecção de ilegitimidades e ilegalidades às quais deverá corresponder uma declaração de não pagamento.
Há que pôr fim à contratação de trabalhadores temporários por parte de em-presas e fornecedores, fazer-se uma avaliação das empresas municipais e incorporá-las nas funções do Município.
Rejeitamos a criação de novos guetos em que se transformaram os bairros sociais no Concelho.
Faremos o inventário das casas em ruínas, emparedadas e vazias para restauro sempre que possível, no caso dos proprietários não terem recursos para a realização das obras, procede-se a uma avaliação do imóvel no estado em que se encontra.
Todos os imóveis recuperados serão postos no mercado de habitação para arrendamento a preços acessíveis e daremos prioridade a Cooperativas de habitação e projectos de habitação jovem.
Renunciaremos ao percentual de 5% sobre o IRS disponibilizado pelo Governo Central, em benefício das famílias que o pagaram e lutaremos pela diminuição das taxas de IMI.

POR UMA POLÍTICA GLOBAL DE EMPREGO, DE SAÚDE, DE HABITAÇÃO, DE EDUCAÇÃO, DE TRANSPORTES, AMBIENTAL, DE IGUALDADE DE DIREITOS E DE CIDADANIA, QUE SIRVA O POVO RESIDENTE NO CONCELHO DE LOURES
Por uma saúde para todos, defenderemos a construção de centros de saúde em freguesias com mais de 12 000 habitantes.
Por uma política ambiental e de mobilidade: criação de parques de estacionamento gratuitos, definição de uma linha de Metro que sirva a população e não sirva para justificar novas urbanizações e a especulação imobiliária. Transporte gratuito para desempregados, e idosos. Impedir a instalação de empresas poluidoras no concelho.
Por uma verdadeira política de apoio à mulher trabalhadora na maternidade e apoio aos filhos com a criação de creches e infantários a preços acessíveis.
Vamos lutar contra parasitismo partidário, sempre pronto a colocar nas autar-quias os seus camaradas de partido que, muitas vezes são requisitados para auferirem um ordenado e continuarem a desempenhar as suas funções de controlo partidário.
No próximo dia 26 de Setembro, escolhe uma política diferente. Escolhe uma política ao serviço do povo.

VOTA PCTP/MRPP

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Aveiro - 2.ª entrevista à Lusa

Aveiro - 2.ª entrevista à Lusa publicada pelo Observador

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Colagens em Loures e Aveiro

COLAGENS

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CARTAZES DE LOURES

OS CARTAZES DE LOURES

CartazLoures2021

CartazTojal2021















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Programa CM Aveiro 2021

PROGRAMA DA CANDIDATURA OPERÁRIA
POR UMA POLÍTICA AO SERVIÇO DO POVO

ProgramaAveiro2021Nas duas últimas eleições para a Câmara de Aveiro 51% dos eleitores não votaram e, dos que votaram, mais de 6% votaram branco ou nulo.
A classe operária e a juventude não votam, ou se votam é com os pés: emigram, elegem um outro lugar onde pensam poder ter uma vida melhor. E sem uma mudança profunda, o problema só se agravará.
É a legitimidade das acções dos “eleitos” que está em causa: como é que alguém se pode arvorar em executor de uma dada vontade popular se muito mais de metade dos eleitores não expressou essa dada vontade? Os “eleitos” são entronados mas dificilmente representam mais do que mesquinhos interesses privados.
Na verdade, o que é preciso mudar são as relações de produção, o que é preciso fazer é a revolução comunista. O capitalismo está totalmente esgotado e a única via que tem para sobreviver passa pela repressão e miséria do povo: os operários e a juventude são expulsos da cidade pela condição económica; a segurança na sua vida é nula, não podem ter filhos porque não sabem se lhes podem assegurar uma existência; a taxa de exploração a que estão sujeitos, nos sectores de ponta, ultrapassa os 90%; além disso estão sujeitos a um cardápio de opressão e humilhação no trabalho, na escola, nas relações com o Estado; …
Nestas condições a candidatura operária do PCTP/MRPP, sem ter ilusões sobre a permanência em capitalismo de eventuais conquistas alcançadas, compromete-se a lutar com todas as suas forças por:
- preços de habitação digna compatíveis com os salários
- transportes confortáveis, rápidos, frequentes, com horários alargados e acessíveis em todo o concelho, pagos pelos impostos.
- segurança dos cidadãos na lide com os problemas ambientais
- desburocratizar os serviços camarários
- referendar todas as principais decisões da câmara
- apoiar os trabalhadores lançados no desemprego, nomeadamente, em resultado do falhanço da estratégia de desenvolvimento da cidade baseada no turismo
- salários de tempo inteiro de eleitos iguais aos dos operários

Set2021

Candidatura do PCTP/MRPP à C. M. de Aveiro

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Política geral

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA:

IMIGRANTES, EMIGRANTES E DOIS PATIFES

Augusto Santos Silva sob a capa de defender fraternalmente os imigrantes a trabalhar em Portugal o que serve são os interesses do capital por essa sobre-explorada mão de obra assalariada propiciadora de elevadas taxas de mais-valia e consequentes acrescentados lucros para os empresários e o Estado.

André Ventura sob a capa de defender os portugueses contra a invasão dos imigrantes serve identicamente os interesses do capital ao exacerbar trabalhadores contra trabalhadores enfraquecendo ambos os contendores numa luta fratricida para deixar incólume o inimigo de ambos, a burguesia, que com o empobrecimento de ambos enriquece.

Portugal é um país de imigrantes mas também é um país de emigrantes.

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O Orçamento do Estado para 2022:
um Orçamento a Favor da Guerra!

O capital migra para onde progride.

Espoliação e concentração é origem e resultado da progressão do capital.

Espoliação internacional das massas trabalhadoras, pois o capital galga todas as fronteiras. E espoliação imperialista, pois a concentração também tem nacionalidade.

Assim, corresponde à progressão do capital acrescida proletarização das populações, independentemente da sua etnia, cultura ou nação, assim como, e em simultâneo, exacerbação nacionalista nas potências imperiais.

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Viva o 1.º de Maio!

 A Luta da Classe Operária pela sua Emancipação!

O 1.º de Maio é um dia de luta, de luta dos trabalhadores

A escolha do dia 1.º de Maio como data representativa da luta dos trabalhadores contra a classe que a oprime e explora, contra a escravidão assalariada, contra o capital corresponde a uma decisão do Congresso Socialista Internacional realizado a 14 de Julho de 1889, em Paris, e comemorou-se internacionalmente, pela primeira vez, em Maio de 1890 em homenagem aos mil e quinhentos operários de Chicago, que no dia 1.º de Maio de 1886, numa movimentação mais ampla que englobou mais de 350 000, se reuniram em luta pela jornada de trabalho de 8 horas e foram massacrados, seguindo-se a prisão de um grupo de dirigentes operários, após a explosão de uma bomba lançada por um provocador da polícia durante um comício de protesto.

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Parlamento burguês, governo e presidente da República de joelhos perante o imperialismo americano

 A via nunca poderá ser apoiar um imperialismo para combater o outro!

Numa posição de completa subordinação, submissão e obediência servil, todos os órgãos do poder e seus representantes cumpriram o ritual pré-estabelecido e foram ao beija-mão virtual de Zelensky, o alter-ego de Biden, prestando, desse modo, vassalagem e todo o apoio ao imperialismo americano, à NATO, ao imperialismo europeu, concordando e assinando a vinculação nacional à terceira guerra mundial. A História por mais que a branqueiem não vai esquecer a sua responsabilidade neste acto criminoso.

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Recebemosda Associação Portuguesa de Deficientes (APD) o, nas actuais circunstâncias de terror mediático, corajoso comunicado que abaixo transcrevemos na íntegra:

 SOBRE A DECISÃO DISCRIMINATÓRIA DO COMITÉ PARALÍMPICO

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Um projecto de reindustrialização burguês

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A pseudo igualdade e liberdade apregoada pela democracia burguesa e os dinheiros da campanha!

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O PARLAMENTO BURGUÊS FALIU!

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Costa e os ingénuos

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Teatro orçamental

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A OUTRA REVOLUÇÃO CULTURAL

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Uma Mudança de Métodos

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Os detentores do capital representados nos tumultos da luta de classes

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 Caracterização de um presidente

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 A casa da música dá música aos trabalhadores desafinados

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 O que é que se comemora no dia 25 de Abril?

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Partido

As Lições do 18 de Julho

Passam hoje 47 anos sobre o comício que, enchendo o Campo Pequeno, assinalou não só a libertação do camarada Arnaldo Matos verificada a 11 de Julho seguida da dos quase 500 camaradas presos no 28 de Maio de 1975, como também a derrota das forças do P“C”P e dos fascistas, assegurando as condições mínimas de liberdade formal burguesa para uma acção legal dos comunistas na sociedade.
Republicamos hoje a alocução do camarada Arnaldo Matos proferiu na Reunião de Quadros e Activistas de Zona Karl Marx de 18 de Julho de 1976 sobre as circunstâncias que levaram ao ataque da burguesia contra o Partido no 28 de Maio de 1975, as condições que permitiram a nossa vitória do 18 de Julho e as lições a tirar desse movimento, lições essas aplicáveis em grande medida hoje, apesar das enormes diferenças entre a situação na época e a situação presente, especialmente no que respeita às classes com interesse objectivo na Revolução.

19760718AlocucaoCArnaldoMatos

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HONRA AO CAMARADA
JOSÉ DE JESUS DENGUE

Dengue

É com a mais profunda consternação que participamos o falecimento do camarada José de Jesus Dengue.

O camarada Dengue faleceu, no Hospital de S. José, pelas 10:30 de ontem, 6 de Julho, dia em que completava 73 anos de idade, após uma semana de internamento, tendo-lhe sido diagnosticada uma leucemia galopante, associada a outras complicações.

Natural de Vilarelhos, Alfândega da Fé, distrito de Bragança, o camarada José Dengue regressou ao Partido – a que aderira no início da sua formação- após a expulsão dos liquidacionistas, em 2015, com a vontade revolucionária de contribuir para o seu reforço.

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Outros tempos, outros meios, os mesmos soezes intentos

 LutaPopular061-19750531O 28 de Maio era a data festiva de todos os reaccionários. Foi no dia 28 de Maio de 1871 que os operários de Paris, juntamente com as suas companheiras e com os filhos agarrando-se às saias das mães, foram fuzilados os últimos resistentes, no muro de Pére Lachaise. Em 28 de Maio de 1896, Lenine sofria o mais rude e o último dos interrogatórios da polícia czarista. No dia 28 de Maio de 1926 todos vós sabeis o que aconteceu... Mas faltava ainda saber que os socialistas em palavras e fascistas nos actos faziam do dia 28 de Maio a grande data dos mata-mouros do marxismo-leninismo, do socialismo científico e do movimento operário português. Falharam redondamente! (Aplausos.)
(Extracto da Alocução do camarada Arnaldo Matos no comício do 18 de Julho de 1975.)

Passam hoje 47 anos sobre a tentativa contra-revolucionária fascista/social-fascista de liquidar o seu inimigo comum, o MRPP. Foi porque se constituiu e afirmou como vanguarda da classe operária e cabeça da luta pela destruição completa do Estado fascista e pela revolução proletária, que o MRPP foi atacado. 

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Há que entender a natureza das acções e esclarecer as ocultações!

Os trânsfugas do Partido tentam sempre apresentar uma justificação para os seus ataques e deserções, mas, mais tarde ou mais cedo, as suas tentativas de ocultação e embuste vêm sempre ao de cima.

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As lições do 25 de Novembro

 O texto que a seguir se publica é o traslado da intervenção do camarada Arnaldo Matos no Encontro Nacional de Quadros e Activistas da FEM-L, na Reitoria da Cidade Universitária, a 6 de Dezembro de 1975. É um interessantíssimo e precioso testemunho dado a pouco mais de uma semana depois dos acontecimentos, muito exactamente documentados, descritos e explicados. Pelo seu elevado valor histórico e científico é muito oportuno vir de novo a público.

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 Não esqueceremos Ribeiro Santos e Alexandrino de Sousa!

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Sigamos o Exemplo Revolucionário do
Camarada Alexandrino de Sousa

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Internacional

A guerra da burguesia mundial na Ucrânia

A contra-revolução burguesa traveste-se, em desespero!

Tudo faz para justificar como revolução a liquidação brutal que promove em todo o lado e a propósito de tudo, numa conflitualidade e mistificação cada vez mais odiosas às populações em luta pela vida e em fuga mundial à fome, à liquidação e à guerra.

À promoção que a burguesia faz da brutalidade soma-se a insidiosa promoção da indiferença.

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Um perigoso desenvolvimento esperado da guerra imperialista em curso

O “roberto” Jens Stoltenberg afirmou, quinta-feira passada, que a NATO acolheria a Suécia e a Finlândia "com os braços abertos" caso apresentassem a sua candidatura de adesão à organização, uma decisão que, segundo o que os seus manipuladores lhe mandaram dizer, dependeria só desses dois países.

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 Crimes de guerra e psico-guerra (1)

O mote

VasilyBykovAs primeiras notícias da resposta ucraniana à invasão russa davam conta, através de uma gravação áudio, de que um grupo de 13 marinheiros ucranianos, colocados na defesa da ilha de Zmiiny, perante o ultimato russo para que se rendessem responderam "navio de guerra russo, vão-se lixar". Houve até um comentador “especialista em questões russas” e com base em “informações, obtidas de fontes locais, quase certas mas ainda não totalmente confirmadas”, a dar conta de que os russos haviam fugido com o rabo entre as pernas e que nem sequer tinham evitado o afundamento do navio, tudo isto devido à coragem e inteligência dos marinheiros ucranianos e apesar dos fraquíssimos meios de que dispunham.  Era o David a derrotar o Golias.

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Comentário relativo à situação na Ucrânia

 O acordo em 1989 era que a NATO não se expandisse para além da Alemanha – o partido democrata americano quebrou tudo!

A "União Europeia é a guerra" já alguém dizia isso.

Eu, quando conheci Arnaldo Matos em 31 de Janeiro de 2015 na manifestação "não tap os olhos", no aeroporto, uma das coisas que comentei [a respeito da situação política mundial e na Ucrânia foi] “voltámos a 1914" para lembrar que a I Guerra Mundial começou nos Balcãs [com um acontecimento que parecia não ir desencadear uma guerra mundial].

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O Imperialismo, a Guerra  e a Partilha do Mundo

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A propósito dos acontecimentos em Cuba

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OS JOVENS DESEJAM ACABAR COM O CAPITALISMO, E MUITO MAIS...   

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As Represálias que se Seguem à Derrota Militar de Israel

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A crueldade é um lamentável efeito secundário

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          Mundial de 2022 - Catar    Ler




Correspondências

 Alentejo

 Seca nos Campos, Deserto no Governo

 O apelo de desespero do presidente do Agrupamento de Produtores Pecuários do Campo Branco (APPCB), em Castro Verde, é revelador que a 'sabedoria' do ex-ministro Capoulas Santos não ficou gravada no ministério da agricultura de modo a servir os produtores de pecuária do Baixo Alentejo. Se a situação é insustentável é porque os animais não se encontram nas melhores condições fisiológicas e os produtores nas melhores condições económicas. Nisto o ministério da Agricultura não está isento de responsabilidades, seja por falta de apoios materiais seja pela falta de técnicos no terreno.

 Recordemos as declarações do ex-ministro: "muito tem sido feito para combater a seca" e "programa nacional de barragens que eu tive a honra de lançar em 2017".

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Do nosso correspondente em Coimbra recebemos este interessante artigo que agora publicamos:

 Reflexão sobre o proletariado: estudo de caso

Ao longo das últimas décadas, nos países ditos desenvolvidos, temos assistido à exportação das contradições entre o trabalho e o capital. Com a mecanização da produção agrícola, a automatização da produção industrial, e a deslocalização da produção primária para fora das metrópoles, deu-se inevitavelmente também um offshoring significativo do proletariado, para os países periféricos.

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 Vale de Cambra - Construção Civil

Mais 4 vítimas operárias da guerra de classes:
Um morto, dois feridos graves e um ligeiro em Vale de Cambra

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Ensaio

INFLACÇÃO:
PARA O ESTADO BURGUÊS UM IMPOSTO, A SOBREVIVÊNCIA PARA O CAPITAL!

Para os economistas burgueses a inflação tem diversas causas e diversos efeitos conforme sob que aspectos é vista: inflacção de procura, inflacção de custos, inflacção estrutural; inflacção e crescimento económico, efeitos distributivos da inflacção, efeitos da inflacção sobre as empresas e inflacção, a balança de pagamentos e a taxa de câmbio (ver AAVV, A Inflacção, Salvat Editora, 1979).

Mas cientificamente a inflacção resulta tão só duma desordem na produção em contexto de apropriação de mais-valia – e o efeito é o saque que a inflacção proporciona.

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AS ARMAS

 São operários que fazem as armas que matam na guerra militares e civis, que destroem edifícios e viaturas, cidades e fábricas, hospitais, museus, escolas e creches, redes de água e de electricidade, árvores e flores, que contaminam solos e aquíferos e empestam o ar com a sua química mortífera.

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A vida de um cantoneiro em Portugal!

Este artigo demorou a ser publicado, porque o capitalismo resolveu novamente fazer das suas! O nosso camarada/correspondente do Norte, e entrevistado neste artigo, esteve num total estado de estagnação, ...

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Local

 Liberdade de expressão para a burguesia é isto

Em Lisboa e Setúbal tem sido o P“C”P, no Porto o MA“S” e os fascistas, em Braga o P“S”. Desta feita, em Aveiro, o ataque à propaganda do Partido foi levado a cabo pelo PPD/PSD com proveito próprio e dos seus compagnons do P“S”, muito no espírito de bloco central defendido por aquela facção burguesa. O lugar do nosso MUPI era bom e faria “sombra” aos Outdoors deles...

MUPI123

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 ComunicadoSinaga202110044Um ataque violento que se abate sobre o movimento operário nos Açores

 

 

ComunicadoSinaga202110043A organização do nosso Partido na Ilha de São Miguel desencadeou hoje uma acção de agitação e propaganda  junto da fábrica de açúcar - Sinaga, com a distribuição de um clarividente comunicado, onde denuncia e retrata os crimes das sucessivas administrações da Sinaga e dos Governos Regionais da burguesia contra a classe operária açoriana, a história do movimento operário nos Açores, como também em relação à memória da indústria açórica, e daqueles que laboraram durante décadas a fio numa das mais importantes unidades fabris em território regional açoriano. Terminada a distribuição às portas da Sinaga, os camaradas António Vital, José Afonso Lourdes e Pedro Leite Pacheco que compunham a brigada, continuaram a sua acção de agitação e propaganda revolucionárias nos arredores da fábrica, onde auscultaram as amplas massas populares, obtendo testemunhos de indignação em resposta ao vil ataque àquela unidade fabril e ao seu património histórico, dizendo que o Governo Regional em conluio com a administração canalha da fábrica, iniciaram a destruição de várias máquinas da Sinaga, muitas dessas com um valor considerável.

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Porto

  Como Se Faz Vigarice Chamando-lhe Investimento

SelminhoA vigarice, a especulação imobiliária e a corrupção infestam o nosso país. A autarquia do Porto não foge à regra. O presidente da Câmara, o reizinho Rui Moreira, é arguido no "caso Selminho", que vai a julgamento a Novembro. Moreira assinou uma procuração para a Câmara negociar com a empresa de que também é sócio, num negócio em que a família do autarca ganhava sempre. Um belo exemplo de rectidão e virtude. Este senhor só merece cair, tal como os Berardos, os Vieiras, os Salgados, os banqueiros, os políticos da máfia e do sistema e todos os outros bandidos, essa corja sem nome que rouba o povo.

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Inflação

Para o operário a inflação é o racionamento, a subalimentação, a fome.

Para o pequeno burguês é uma mais cuidada contenção nos gastos.

Mas para a média burguesia proprietária a inflação cria a ilusão de enriquecimento pois se uma propriedade valia 50 000 euros poderá passar rapidamente para 100 mil ou mais!

Para a burguesia detentora de maiores capitais a inflação é uma oportunidade de crescimento económico e de acumulações relâmpago em carteira.

Para o Estado é um maná mas também um problema pois ao directório do capital se cabe afrontar o protesto e a luta das massas trabalhadoras não deixa por isso de poder em pouco tempo multiplicar recursos, com o financeiro e o policial/militar à cabeça.

Mas o que é inflação, o que a origina, quem perde e quem ganha com ela??

Inflar significa encher de ar, inchar.

A inflação não engorda balões, mas engorda os preços e engorda quem enriquece com o aumento dos preços.
A inflação tem origem numa desordem da produção, desordem típica e cíclica do modo de produção burguês, tanto no multiplicar excessivamente ou adulterar o produto posto à praça como no chantagear o que no mercado está em falta. Com a inflação a burguesia procura novo acerto do valor de troca e do valor de uso das mercadorias – sempre na salvaguarda e optimização do seu regime de saque e de opressão do homem pelo homem.

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Movimento Operário e Sindical

Acidente mortal na mina de Aljustrel, mais um...

MinaAljustrelLavaria2Em mercearias, câmaras de vigilância já conseguem captar a mão do cliente a tirar um produto da prateleira para ser contabilizado. Nas minas parece que esse tipo de tecnologia de detecção de movimentos de braços e mãos junto de tapetes rolantes ainda não chegou, porque no passado dia 27 de Junho foi contabilizada mais uma vítima mortal num acidente de trabalho na mina em Aljustrel num tapete rolante de transporte de sedimentos da lavaria.

O básico é haver um botão para paragem de emergência de um motor eléctrico, mas outro tipo de soluções há muito que deveriam ter sido implementadas para bem dos operários. Este acidente de trabalho era perfeitamente evitável como muitos dos anteriores.

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A PESCA E OS PESCADORES
O tempo, o preço e o capital

O tempo, o preço e o capital, são os três problemas maiores da pesca e dos pescadores.

O capital, por esmagar uns e adular e corromper outros.

O preço do peixe, pela incerteza que informa a sua venda em lota.

O tempo, ao permitir ou não permitir condições para a pesca.

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Castro Verde – mina Neves-Corvo

“Dantes usava-se um canário numa mina,
agora usa-se um jogador de futebol”

NevesCorvoÉ este o desabafo de revolta de um operário perante a evidência do agravamento progressivo das condições de segurança que os mineiros são obrigados a suportar.

Em 26 de Junho de 2015 foi uma plataforma elevatória na lavaria de zinco que “se virou” e arrastou para a morte o Tiago Gonçalves de 27 anos e um outro camarada para o hospital, em 26 de Setembro de 2020 foi uma derrocada que levou o Sérgio Delfino de 44 anos e, ao mesmo tempo, criou 2 novos órfãos; em 30 de Março foi a vez dos gases venenosos e do Filipe Venâncio. Os bombeiros bem tentaram trazê-lo à vida, mas não conseguiram.

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POR UMA DIRECÇÃO COMUNISTA NA LUTA DOS TRABALHADORES DA GROUNDFORCE!

GroundForceGreveOs empresários públicos e privados exigem mais-valia no negócio da compra da força de trabalho dos operadores aeroportuários impondo ressarcirem-se do investimento com o dinheiro publicamente sancionado pelo Estado burguês.

Pelo seu lado os trabalhadores aeroportuários lutam pela segurança de vida e pelo pão para a boca em troca da sua prestação profissional.

A tão falada quanto equivocada mais-valia nada mais é do que horas de trabalho não pagas pelo salário recebido pelo trabalhador em troca da sua força de trabalho alienada ao empresário.

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Volkswagen Autoeuropa - Palmela

UM MUNDO NOVO NÓS OPOMOS AO MUNDO PARASITÁRIO!

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IBERODYE - Vila do Conde

52 TRABALHADORES ATIRADOS PARA O DESEMPREGO"ESPERO QUE O MINISTÉRIO PÚBLICO INVESTIGUE"

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 Eurest

Portugal – uma terra de oportunidades para os oportunistas

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LASA – Guimarães

Trabalhar na terça de Carnaval?!! Porquê?

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Como se Faz a Transição Energética em Tempos de Pandemia e Confinamento

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A Luta dos Mineiros da Panasqueira

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 TAP: uma “reestruturação” sem surpresas!

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Luta – Unidade – Vitória

Contexto económico, político e social

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Partido

De plagiador compulsivo a ladrão intelectual – eis o perfil de Luís Júdice

Como é do conhecimento recente dos nossos leitores, a redacção do Luta Popular on Line denunciou publicamente e veementemente a conduta e os abusos do seu ex-redactor-chefe, Luís Júdice, pelo facto de se apropriar de textos e partes de textos de outros autores, assinando os mesmos como da sua lavra/autoria, nomeadamente, os que estão publicados no Webmagazin "Les 7 du Québec”.

No contexto dessa honrosa tomada de posição pela redacção do nosso jornal, a agonia de Luís Júdice foi de extrema notoriedade, ao tentar desesperadamente inverter os factos, procurando encontrar justificações totalmente surreais, absurdas e ausentes de qualquer base de sustentação minimamente credível!

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Pela Boca Morre o Peixe

O povo tem uma expressão “Pela boca morre o peixe” que se adequa perfeitamente à tentativa de Júdice para justificar o injustificável, ou seja, o seu  “método e arte” de produção de textos.

Na verdade, não conseguindo negar a cópia/plágios de textos (não há como fazê-lo – os textos copiados existem para o confrontar) vem agora, pelas suas próprias palavras, e numa tentativa desesperada, assumir que copiou aquele e outros textos como, por exemplo,  parte do texto: Irão: um assassinato prenunciador da guerra imperialista!, argumentando de forma ardilosa e conscientemente omissa que não assinou o texto sozinho! E aqui está mais um traço da sua  desonestidade intelectual! É ele próprio que destrói a imagem de grande intelectual e ideólogo que laboriosamente quis aparentar.

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A desonestidade intelectual é um traço que define o carácter dos oportunistas

Muitos leitores nos têm questionado sobre a razão pela qual o Luta Popular deixou de publicar artigos do ex-redactor Luís Júdice.

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Recebemos de um nosso leitor e antigo militante da RPAC quando esta organização de soldados actuou nos quartéis contra a guerra colonial-fascista, a oferta deste poema, escrito em Fevereiro de 2019:

Homenagem a Arnaldo Matos

A morte não é o fim
Não se matam pensamentos vivos
A dor fisica passa a cada vez
Numa vida longa de combate
Carregar a dor de tantos é cruel
É o caminho do marxismo
De quem não recusa dar mais
Ver os proletários no seu lugar
Que pensar é revolucionar
Ver mais longe é avançar
Que lutar é ousar
Não seria eu, não seria digno
A ver a dor e sangue ao meu lado!

Alberto de Sousa
Fevereiro/2019

Notícias da evocação do camarada Arnaldo Matos

Nos passados dias 21 e 22 deste mês, no Porto, na Gafanha da Nazaré, em Lisboa e um pouco por todo o país, os militantes e simpatizantes do Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses (PCTP/MRPP) evocaram  camarada Arnaldo Matos pelo estudo e pela discussão de documentos que o camarada nos deixou, especialmente o importantíssimo discurso e sequente debate no 1.º de Maio Vermelho de 2018.

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Presencialmente ou por vídeo-conferência, em reuniões alargadas ou isoladamente, os camaradas pegaram em aspectos da obra do camarada, particularmente aqueles que consideraram mais pertinentes para a acção de cada organismo, que estudaram e, quando colectivamente discutiram, com o ânimo próprio de quem luta pela instauração do modo de produção comunista.

A  principal alocução proferida no Porto, nesse propósito a 21 de Fevereiro e em nome do Comité Distrital do Porto, transcrevemo-la aqui, na íntegra:

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O Marxismo é a nossa Estratégia


Evocar o Camarada Arnaldo Matos

Passam, na próxima segunda-feira, dia 22 de Fevereiro, dois anos após o desaparecimento físico do camarada Arnaldo Matos.

Na impossibilidade de uma homenagem presencial, o Comité Central, conclama todos os militantes e simpatizantes para, de uma forma organizada (como já está a acontecer) ou, se tal não for possível, individualmente, estudarem e discutirem os documentos que o camarada nos deixou, com destaque para a importantíssima intervenção no 1.º de Maio de 2018, que se constitui como um verdadeiro programa para o Partido e para o movimento comunista, apontando o Marxismo como a nossa estratégia, ao mesmo tempo que releva a necessidade de se fazer uma reflexão sobre os erros cometidos durante os processos revolucionários de 1917 e 1949, como condição essencial para rejeitar de forma fundamentada e determinada a ideia da inviabilidade da sociedade comunista, provando simultaneamente que sociedade da democracia capitalista liberal não é “o estádio final do processo histórico”, como os ideólogos do capitalismo pretendem vender.

Contudo, a verdadeira homenagem, a autêntica celebração só adquire significado se se transformar em movimento, em acção, em prática.

A verdadeira evocação ao camarada é feita diariamente no trabalho e na luta pelo reforço organizativo do Partido, pelo seu alargamento, pelo contacto com as massas, pela divulgação dos estudos, análises e reflexões, objectivo que o Comité Central tomou em mãos, dando continuidade a essa divulgação no Luta Popular online e com o lançamento da colecção dos Cadernos Arnaldo Matos.

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O fascismo do PS de Costa não é de hoje. O camarada Arnaldo Matos já o havia denunciado mal os primeiros traços do mesmo se manifestaram da pior maneira, no governo anterior, como a sequência de tuítes, que agora republicamos no Luta Popular, demonstra.


O PS no Poder é a Reacção no Poder!

É preciso dizê-lo sem medo, com a coragem necessária e com todas as letras: o Primeiro-Ministro António Costa e o governo do PS a que preside são um coio de reaccionários fascistas, da mesma natureza de Salazar e de Caetano.

Tal como Salazar e Caetano nos seus tempos, Costa e o seu governo, enviaram na última quinta-feira, e lá a mantiveram na sexta-feira e hoje sábado, um corpo da Polícia de Choque, para pôr termo a uma greve dos estivadores precários do Porto de Setúbal.

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