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CORRESPONDÊNCIAS

Fernanda Calaça

Fernanda Calaça

Filha, neta, mulher e mãe de pescadores, ela própria uma pescadora destemida, exercitada nos duros mares do Atlântico Norte e do Atlântico Sul até às águas da Namíbia, que ainda hoje embala ao colo, e embalará até ao fim da vida, o filho, também pescador, que perdeu na faina do atum no oceano Pacífico, a lá mar da Colômbia e do Panamá, Fernanda Calaça, uma comunista sem medo e sem papas na língua, é a verdadeira senhora que eu desejaria ver um dia no exercício das funções de presidente da câmara municipal de Machico, pequeno concelho de 68 km2 de superfície e 22 000 habitantes de população, onde nasceu em 1949, na ponta leste da ilha da Madeira.

Aprendi com Fernanda Calaça o que nem Marx me podia ter ensinado: Fernanda é uma comunista que nunca toma a sua refeição enquanto souber que há por perto um pobre que não comeu naquele dia.

Mulher de uma grande dignidade pessoal, de uma vivíssima inteligência e de uma dedicação sem limites, esteve em vias de ser eleita para a assembleia legislativa da Região Autónoma da Madeira no sufrágio de 2015, onde quase até ao fim as sondagens da Universidade Católica garantiam a sua eleição, que só não se consumou pela campanha injusta de um importante órgão da comunicação social escrita local contra a pessoa da nossa candidata, apoucando-lhe a sua imagem nas reportagens feitas sobre as últimas actividade políticas.

Fernanda pensa reunir amanhã, na Banda D’além da cidade de Machico, os candidatos do PCTP/MRPP para o encerramento da campanha eleitoral, e vai oferecer-lhe um vinhinho com um dentinho de gaiado.

Uma coisa simples e barata, porque o Partido e os seus candidatos são pobres. Daqui levantarei a favor deles o meu copo, sem o dentinho, porque não vejo gaiado por perto… E ofereço aos meus leitores a resposta de Fernanda Calaça ao inquérito do Diário de Notícias do Funchal publicada na segunda-feira passada. Uma coisa muito séria, a eleição de uma tal presidente…

 

28Set17

 

 

Inquérito do Diário de Notícias da Madeira

1. O que é que a motiva encabeçar uma candidatura por um partido onde praticamente é desconhecida qualquer actividade política pública, a não ser em período de algumas eleições?

Passa hoje, dia 18 de Setembro, o quadragésimo sétimo aniversário da fundação do Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses (PCTP/MRPP). O meu Partido é o segundo mais antigo do país e vem desempenhando, durante quase meio século, uma persistente e contínua actividade política em defesa dos interesses da classe operária, dos trabalhadores e dos pobres.

Eu sou uma comunista. Cada partido político, tal como cada jornal ou cada jornalista, serve uma classe ou camada de classe da população.

Não é a primeira vez que encabeço listas eleitorais do meu Partido no município de Machico. Motiva-me apenas o desejo de servir os operários e operárias, os pescadores em cuja classe nasci e a que sempre pertenci, os pobres do povo, e não recebo nada em troca, ao contrário daqueles que servem os capitalistas estrangeiros e vendem o povo da Madeira por um prato de lentilhas.

Ora, cada partido, conforme a classe que representa, participa nas eleições burguesas, nomeadamente as autárquicas, com objectivos próprios. Eu e os meus camaradas do PCTP/MRPP participamos para aproveitar a ocasião e divulgar o programa dos comunistas, da revolução proletária, dos trabalhadores e dos pobres contra os capitalistas que os exploram, oprimem e, em suma, vivem do suor deles.

 

2. Qual é o principal objectivo eleitoral nesta estreia do PCTP/MRPP em eleições autárquicas por Machico?

O nosso objectivo político é mostrar ao povo de Machico, do Caniçal, do Porto da Cruz, do Santo da Serra e de Água de Pena que a Câmara, a Assembleia Municipal e as juntas de freguesia podem servir o povo do município, em vez de ser esse povo a servir os órgãos municipais e seus titulares.

 

3. As últimas referências que o Partido tem em Machico são os resultados obtidos em 2015 nas Regionais (168 votos) e nas Legislativas (124), um indicador muito aquém para conseguir eleger. Qual é a fasquia a alcançar nestas eleições para considerar um bom resultado, ou pelo menos satisfatório?

Não sei por que esquece que nas últimas eleições Regionais o PCTP/MRPP estava à beira de obter um deputado regional, que perdeu por duas escassas centenas de votos. Sondagens encomendadas e publicadas pelo Diário de Notícias da Madeira chegaram, a uma semana do sufrágio regional de 2015, a indicar a possibilidade de o meu Partido eleger um a dois deputados à assembleia regional.

Quando as sondagens indicaram essa previsão, um dos órgãos de comunicação social da Madeira começou a atacar desalmadamente o meu Partido, o cabeça de lista pela Madeira e até a minha própria pessoa.

Votos no meu Partido foram contados como votos na CDU, com base no argumento de que o símbolo da foice e do martelo pertencia ao PCP, o que, como sabe, não é verdade.

O nosso objectivo eleitoral em Machico é obter do povo do concelho o voto para que eu possa dirigir a Câmara Municipal de Machico. Mais cedo ou mais tarde, vamos obter essa vitória.

 

4. Já alguma vez havia sido candidata ou tem experiência política? É militante do Partido?

Sou, com muita honra, militante comunista. E sou também, com muita honra e há mais de trinta anos, militante do Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses (PCTP/MRPP).

Já fui muitas vezes candidata às eleições para a assembleia da República, às eleições para a assembleia regional da Madeira e às eleições autárquicas.

Fui candidata, em segundo lugar da lista, para as eleições da assembleia regional da Madeira, e, no sufrágio de 2015, as sondagens do seu jornal previam a minha eleição, pois https://www.cialissansordonnancefr24.com/cialis-5-mg/ era o número dois da candidatura do Partido e as sondagens chegaram a prever a eleição de dois deputados pelo PCTP/MRPP.

 

5. Quais as principais preocupações do PCTP/MRPP no concelho?

A luta contra o desemprego, promovendo o investimento nas obras públicas municipais do concelho.

A luta contra a pobreza, sobretudo a pobreza envergonhada, auxiliando as famílias mais carenciadas.

A luta pelo apoio aos homens e às mulheres idosas e às crianças durante o trabalho dos pais.

A isenção do imposto municipal sobre imóveis (IMI) para os trabalhadores com casa própria.

A instituição do passe social barato para os trabalhadores do Município que trabalham fora ou que vêm trabalhar para o concelho.

Auxílio com bolsas de estudo para os jovens do concelho, filhos de trabalhadores que tenham de estudar fora do município, designadamente na frequência das universidades da região ou nacionais.

Contrato de trabalho marítimo para os pescadores a bordo, de modo a garantir a semana das 35 horas de trabalho e o descanso semanal aos sábados e domingos, ou o pagamento das horas extraordinárias aos sábados e domingos, com descanso nos dias seguintes.

A defesa escrupulosa dos jardins, zonas verdes e floresta da Laurissilva.

 

6. Como avalia a actual gestão autárquica liderada pelo PS?

Na sequência da derrota da gestão autárquica do PSD, a gestão do PS, que começou por causar grande entusiasmo no povo do concelho de Machico, foi uma enorme desilusão, pois os vencedores das listas do PS têm passado a vida a queixar-se das dívidas herdadas da gestão anterior, sem mostrarem ser capazes de alterar a situação.

O PS tem-se mostrado um desastre autárquico.

 

7. Com o PCTP/MRPP na presidência da Câmara, o que é que mudava nos próximos 4 anos?

Mudava:

  • A situação fiscal dos munícipes pobres, pois seriam isentados do IMI relativo às suas casas de moradia e veriam reduzido ao mínimo a percentagem do imposto sobre o rendimento singular (IRS) capturado pelo orçamento municipal;
  • A assistência social e a qualidade de vida dos homens e mulheres idosos;
  • A situação do desemprego, que seria drasticamente reduzido;
  • A melhoria da qualidade ambiental;
  • A melhoria do ensino para os filhos dos trabalhadores.

 

8. O candidato da CDU criticou esta candidatura do PCTP/MRPP, denunciando que a mesma só serve para “confundir” o eleitorado. Concorda?

O partido social-fascista de Barreirinhas Cunhal, Jerónimo de Sousa e do padre envergonhado das caixinhas, um tal Edgar Silva, é que confundiu e confunde o eleitorado, pois encobrem a foice e o martelo do PCP com os brócolos da CDU, para que ninguém os tome como autênticos comunistas.

Ora, nós PCTP/MRPP somos um partido comunista que não esconde nunca, mas põe em orgulhosa evidência a foice e o martelo dos comunistas e da aliança operária camponesa.

Aconteceu, além do mais, que os símbolos dos partidos legais portugueses, como são os casos do PCTP/MRPP e do PCP, foram e continuam aprovados pelo Tribunal Constitucional. O Tribunal Constitucional, como aliás o Conselho da Revolução de que o PCP era dono, aprovaram os símbolos dos dois partidos.

Não há, pois, confusão possível entre o símbolo do PCTP/MRPP, que é um partido comunista dos operários e camponeses, com direito reconhecido à foice e ao martelo, e o símbolo empacotado do partido do padre Edgar, que esconde aos madeirenses a foice e o martelo, tapando-o com um brócolo nos boletins de voto, onde aparece como sendo a CDU.

O povo que vota em nós sabe que vota nos únicos comunistas verdadeiros que há em Portugal; quem vota na CDU vota na melancia, não vota na foice e no martelo.

O PCP, na Madeira, tem-nos roubado votos, alegando nas mesas de voto e durante as contagens que os votos do PCTP/MRPP devem ser considerados como votos no padre Edgar…

Bandidos são os falsos comunistas do PCP, onde aliás tudo é falso: falsas as cores, falsos os símbolos e falsos os padres… falsas as caixinhas e falsas as palavras…

 

Maria Fernanda de Abreu Calaça

 

 

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