Para que servem as vacinas?

Proteger cidadãos ou satisfazer accionistas?

A única certeza que poderemos ter quantos às anunciadas vacinas contra o Covid-19, é que as bolsas de acções em todo o mundo se agitaram como há muito não sucedia, o que levou a que as acções da empresas farmacêuticas mais cotadas nesta corrida – a PFIZER, a Moderna, a Astrazeneca e tantas outras – subiram em flecha, o que fez com que os accionistas dessas empresas vislumbrem já, mesmo sem ainda terem colocado uma única vacina no terreno, lucros fabulosos.

O certo, portanto, é que quem vai ganhar mais dinheiro é quem ganhou mais até aqui, nomeadamente Bill Gates e a sua mulher Melinda Gates e a farmacêutica Moderna. Como se esperaria, todos exigem o retorno das fabulosas fortunas que “generosamente” gastaram para assegurarem o seu domínio sobre a Organização Mundial de Saúde (OMS). Uma organização cada vez mais mercenária, ao serviço dos grandes lobbies farmacêuticos cuja divisa é a de quererem estar ao serviço da população mundial o que, já se compreendeu, até pela deriva que patentearam ao longo de toda esta chamada crise pandémica, não passa de pura hipocrisia.

Com um preço estimado entre os 5 e os 15 euros cada dose de vacina e as duas doses que dizem necessárias para funcionarem, podemos ter um melhor entendimento quanto ao valor e a escala do negócio das vacinas quando multiplicado pela população mundial que é, nos tempos que correm, de 7,6 mil milhões de habitantes.

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Greve de professores e educadores marcada para 11 de Dezembro!

Fartos da arrogância e prepotência do actual governo, liderado pelo fascista Costa e seus lacaios, os professores e educadores decidiram partir para a Greve, marcada para o dia 11 de Dezembro próximo.

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Centro Hospitalar Universitário Lisboa Central

Quando o extraordinário é o novo “normal”!

Várias estruturas representativas dos médicos, enfermeiros e outros profissionais da saúde têm vindo a denunciar a “dramática falta” de todo o tipo de profissionais nesta área, criticando recentes afirmações do presidente do Centro Hospitalar Universitário Lisboa Central (CHULC), que quer fazer crer que o trabalho extraordinário tem sido... “excepcional”!

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Trabalhadores dos CTT em Greve!

Teve início hoje e decorrerá também nas próximas quarta e quinta-feira – dias 2 e 3 de Dezembro – a Greve dos Trabalhadores dos CTT que reivindicam aumentos salariais e a contratação de mais profissionais para fazer face ao trabalho acumulado por causa de uma política de desinvestimento criminoso levado a cabo pela administração.

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VWAutoeuropa

Despedimentos e Sobrecarga de Trabalho!

Os operários da Autoeuropa, a fabricante alemã das viaturas VW que explora até ao tutano a classe operária em Portugal, têm bem presente o tipo de elogios que o poder burguês dirige habitualmente aos administradores fascistas daquela empresa, pela excelência da sua gestão, criadora de “valor acrescentado”.

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A Economia Verde: uma nova oportunidade para o capitalismo

Galamba vestiu o fato do negociador

CentralTermicaSinesVerde é a palavra de acesso aos grandes negócios que segundo o capitalismo permitirão recuperar a economia pós-covid, ou seja, proceder a uma reconfiguração da economia nacional. O sector energético é dos mais apetecíveis para o capitalismo que já se prepara, e em força, para fazer grandes investimentos, por exemplo, na produção do chamado hidrogénio verde (na verdade, este não é branco, nem azul, nem verde, nem cinzento; é o recurso a energias renováveis na sua produção, neste caso a solar e/ou a eólica que permite a electrólise, ou seja, a separação do hidrogénio do oxigénio a partir da água, que levam a esta designação). A central fotovoltaica de Sines terá uma capacidade e 1 gigawatt (GW); no entanto, produzirá apenas um oitavo da energia produzida pelas duas centrais termoeléctricas a carvão. O hidrogénio tem a vantagem de armazenar a energia durante grandes períodos de tempo, e de ser utilizado e transportado em pilhas de combustível.

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OE 2021: O espelho de Bruxelas!

Um “incidente” marcou o dia da votação final do orçamento do Estado para 2021. O liberal-fascista PSD juntou-se aos rachados do BE e à restante alimária da esquerda parlamentar para impedir que o dinheiro contratado chegue ao Novo Banco.

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Reconfiguração do modo de produção capitalista reflecte-se no OE 2021

Na Assembleia da República, esse autêntico coio de parasitas, acaba de ser aprovada a Lei Geral do Orçamento de Estado para 2021, apenas com os votos favoráveis do PS e as abstenções dos “suspeitos” do costume – PCP, PEV, PAN e a deputada não inscrita Cristina Rodrigues (uma transfuga do PAN). Como já havia sido anunciado nos bastidores, o BE, o PSD, o CDS-PP, o Chega e a IL, votaram contra.

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Costa no reino dos bufos e da bufaria!

Comparado com Costa, o fascistóide André Ventura não passa de um menino de coro imbecil e mimado. Já o Toni é um malandro! Encartado. Finório. Que demonstra ter aprendido com os melhores mestres da retórica e da prática trauliteira e repressiva que deixaria cheia de vergonha qualquer polícia política do regime de Salazar e Caetano. E com uma perversidade incrível, porque é uma repressão anunciada como sendo para ... “o nosso bem”!

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A luta dos estudantes universitários tem de se fundir com a luta de operários e trabalhadores!

Convocada pela Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (AEFCSH) – que já havia encabeçado outro protesto em frente à sua Faculdade há cerca de duas semanas – e apoiada pelas Associação de Estudantes da Faculdade de Letras (AEFLUL), Associação Académica da Universidade de Lisboa (AAUL) e Associação da Faculdade de Direito de Lisboa (AAFDL), realizou-se na passada 4ª feira, dia 18 de Novembro, uma concentração de estudantes universitários frente à Assembleia da República.

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Covid-19 e prisões – uma combinação explosiva!

As recentes notícias sobre surtos de infecção por SARS-Cov2/Covid-19 nos Estabelecimentos Prisionais de Tires – uma cadeia feminina – e de Lisboa (EPL), dão-nos a real dimensão da crise sanitária que se está a desenrolar e que pode generalizar-se rapidamente a todas as cadeias do país.

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O capitalismo é a violência!

O que é a violência doméstica? O que define a violência doméstica?
Qual a origem e as consequências da violência doméstica? O que leva a violência doméstica a assumir contornos transcendentes? Quais os dados reais, estatísticas, dos agressores e das vítimas? Qual o papel do Estado, do governo e da lei perante o cenário dantesco que a violência doméstica exerce em Portugal e no mundo?

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A pomba e o falcão do capitalismo

Entrámos na recta final das discussões – agora na especialidade – sobre a Lei Geral do Orçamento de Estado para 2021, discussões que têm lugar nesse autêntico covil da parasitagem e corrupção burguesas que é a Assembleia da República.

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TJA - Estarreja

O capitalismo mata

Os factos são simples de explicar: o Jorge, amigo e conterrâneo, deixou a cisterna do benzeno; era preciso lavá-la; no Sábado, 15 de Novembro, o Gabriel Tavares, de 34 anos, na força da vida, caiu/entrou no seu interior e já não conseguiu sair.

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Um caudal de lutas que engrossa o rio da revolta operária e popular!

A classe operária começa a ter uma consciência de classe clara de que, face à crise económica sistémica em que o sistema capitalista e imperialista imergiu, que o está a colocar à beira de um conflito mundial entre os dois grandes grupos imperialistas planetários – China e EUA –, a crise pandémica está a servir de instrumento de superação da crise pela via capitalista da reconfiguração do sistema, na qual a repressão terrorista fascista de quem trabalha, especialmente da classe operária, é um componente fundamental.

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De Um Proletariado “Submisso” a Um Proletariado Organizado!

AcoresBelPortFabFoi no início da constituição da lista de candidatos para as eleições de 25 de Outubro, para a Assembleia Regional da Região Autónoma dos Açores, que os camaradas se depararam com um recuo verdadeiramente notório e substancial do Proletariado na região. Este recuo começa desde logo em alguns núcleos de simpatizantes do nosso partido, e estende-se até aos mais incautos elementos do povo açoriano, menos conscientes e menos preparados no que concerne à política de alienação e delapidação que tem vigorado na Região Autónoma dos Açores.

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A que paí­s de merda, nos leva este desgoverno!

Esta semana o governo voltou a anunciar em jeito de ordenação e imposição as novas medidas de combate à covid-19. Faz lembrar aqueles homens fracos e pequenos que subjugam as mulheres através da opressão do domínio e do controlo, culminando na violência. Esse será o assunto do próximo artigo.

Concentração de trabalhadores e de pequenos comerciantes da área da restauração

20201114Restaurantes4Decorreu hoje, entre o meio-dia e cerca das 13h30, uma concentração na Praça do Rossio, em Lisboa, convocada pela plataforma “A Pão e Água”, com a presença de centenas de trabalhadores e de pequenos empresários da restauração, de estabelecimentos de diversão nocturna, todos eles ameaçados pelas “massivas falências” a que se referiu a Presidente do Conselho de Finanças Públicas, na sua última audição na Assembleia da República.

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Uma política criminosa de liquidação dos cuidados de saúde primários!

Os cuidados primários de saúde estão a ser criminosamente liquidados pelo governo do fascista Costa e seus lacaios – dentro e fora do executivo. E não somos os únicos a denunciar a situação. A Ordem dos Médicos, que ultimamente tem andado numa deriva perigosa, veio agora afirmar “... o papel determinante dos médicos de família no acompanhamento dos doentes Covid-19...”, numa reunião que decorreu entre aquela instituição e o secretário de Estado Adjunto e da Saúde, António Lacerda Sales.
Enfermeiros em luta pela reintegração de 2 colegas despedidas pelo CHLC!

20201113ManifEnfermeiros9Convocada pelo Sindicato dos Enfermeiros (SEP), mais de 3 dezenas de enfermeiros concentrou-se esta manhã de 13 de Novembro frente ao Hospital de S. José para exigir a reintegração de duas enfermeiras, discriminatoriamente despedidas pela Administração do Centro Hospitalar Lisboa Central (CHLC).

Enfermeiros - Hospital de Braga

Quando a Gestão Pública é “tão boa ou melhor” que a Gestão Privada

EnfermeirosEmHospitalOs enfermeiros contratados a termo pelo Hospital de Braga, no início do passado mês de Abril, por 4 meses sucessiva e automaticamente renováveis, estão a receber as cartas de rescisão após adquirirem experiência em cuidados intensivos durante estes últimos 8 meses de trabalho.

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Conselho de Finanças Públicas destapa careca do governo!
 
presidente Conselho Finanças PúblicasO estado de emergência que levou à imposição da medida terrorista de confinamento em Abril deste ano, teve como consequências, na altura, o aumento do desemprego e da precariedade, uma sucessão de falências, o cancelamento de mais de um milhão e meio de consultas hospitalares, o acesso vedado aos utentes dos Centros de Saúde para consultas presenciais ou tratamentos e consultas de enfermagem, e um aumento considerável do número de óbitos em relação a 2019.
Eurest
Colectivamente podemos despedir o capitalismo!

A pandemia e o capitalismo continuam a fazer das suas, no mercado laboral. E os sacrificados são sempre os mesmos, os trabalhadores! Os despedimentos continuam na calha! Desta feita, um despedimento colectivo de 122 trabalhadores!
(...)
É o capitalismo no seu esplendor!
 
Entrevista a um trabalhador da Eurest. 
 
Benjamin - Como classifica o domínio da Eurest em Portugal?
 
Trabalhador - a Eurest domina o sector da restauração colectiva, fábricas, empresas e cantinas escolares; são detentores do contrato com a Câmara Municipal do Porto e com as escolas. São os tubarões deste sector! Têm apoios do Estado e socialmente não contribuem com nada! Este despedimento não tem motivo legal! 
Catarina Martins e a Requisição Civil ou 
Agarrem-me, senão vou-me a ele!

Na passada 3ª feira, 10 de Novembro, houve debate na Assembleia da República, com o primeiro-ministro. Depois daquele papel vazio, hipócrita e sem conteúdo de agradecimento aos profissionais da saúde e aos trabalhadores essenciais, Catarina questionou António Costa sobre o que é que o seu governo está disposto a fazer face ao comportamento que os hospitais privados têm exibido perante a crise pandémica e a necessidade de o Estado articular e coordenar todas as estruturas de saúde no país.
Ordem dos Médicos: uma visão de selecção natural da espécie humana?!

Apesar de ter sido aprovado em Abril, só agora veio a público um parecer do Conselho de Ética da Ordem dos Médicos sobre os critérios que deveriam presidir à decisão de cada um dos seus membros, relativamente à prioridade a dar aos doentes, indicando aos médicos que, caso não houvesse vaga nos serviços hospitalares para todos os que a eles acorressem, com Covid-19 ou outras patologias, deveriam privilegiar aqueles que tivessem “maior probabilidade de sobrevivência”.
Enfermeiros despedidos 
a hipocrisia do governo e das instituições que tutela

Costa, ao anunciar no passado fim de semana, as medidas terroristas e fascistas que tem estado a aplicar – confinamento, recolher obrigatório, etc. – afirmava que reconhecia o “cansaço” a que os cidadãos tinham chegado por virtude dos longos períodos a que os sujeitam a tais medidas.
Parlamento Burguês Aprova a Abolição dos Direitos, Liberdades e Garantias
 
O primeiro-ministro, António Costa, e o presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, conluiados e em plena sintonia pediram e tiveram o voto do Parlamento burguês para executarem a declaração do estado de emergência, que supostamente deverá vigorar entre 9 e 23 de Novembro, mas que Costa já se apressou a esclarecer, de forma aparentemente displicente, que “no limite pode durar o tempo que durar a pandemia!”, ou seja, até que o capital precise desse “instrumento” para a sua própria reconfiguração.

Disfarçado de Estado de Emergência... Sai um Golpe de Estado!
Já vai a caminho da Assembleia da República, um coio de partidos burgueses corruptos, o decreto sobre o estado de emergência assinado por Marcelo Rebelo de Sousa, a figura tutelar de um sistema que se tem pautado pela implementação de medidas fascistas, como em nenhuma outra época do “pós-25 de Abril” e da “Revolução dos Cravos” havia acontecido.
Fora com o governo Costa!
Os negacionistas instalados no governo de Costa – e em praticamente todos os governos dominados pelo grande capital e pelo imperialismo – prosseguem a sua política de terror fascista sobre quem trabalha, recorrendo, sem pudor, à destruição da própria economia capitalista e provocando ainda mais morte, desemprego, precariedade e miséria.

"O comer e calar" do inefável inspector Magina

Parece uma daquelas personagens retirada dos maus livros de banda desenhada, a exibir uma vestimenta que mais se parece com as fardas das famigeradas SS nazis, ficando a dúvida de como é possível que, com tanta norma e regulamento disciplinar, se permita esta “liberdade” ao dito.

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Crise sanitária: Mais depressa se apanha um mentiroso do que um coxo!

A “memória digital” tem destas coisas. Pode tramar narrativas de governos – como o de Costa e seus sequazes –, quando nos “trazem” à memória eventos que, quando comparados com o clima de medo hoje instituído, desqualificam por completo os argumentos que levaram o governo a impor o pânico e o terror – actualmente em alta – para paralisar quem trabalha e quem luta.

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Aprovada lei fascista que obriga ao uso de máscara – afinal quem são os “negacionistas”?
Proposta por um partido que não possui quaisquer pergaminhos democráticos de assinalar, o PSD, e com os votos a favor do proponente, do PS, do CDS e do PAN, a abstenção do PCP, BE, PEV e da deputada não inscrita Joacine Katar Moreira e o voto contra – mais por tacticismo do que por convicção – do Iniciativa Liberal, foi aprovada hoje, dia 23 de Outubro, na Assembleia da República, uma lei verdadeiramente iníqua, fascista, privativa da liberdade dos cidadãos. Uma lei que prevê multas de 100 a 500 euros para os prevaricadores e que, para já, deverá ser aplicada de forma temporal, durante os próximos 70 dias. 
SNS – aumento do número de mortes, indicador de uma política assassina!
Há muito que havíamos denunciado que, para encobrir a falência do Serviço Nacional de Saúde (SNS), governos de praticamente todo o mundo, governos que defendem os interesses do capital e a manutenção do modo de produção capitalista, tinham feito um autêntico bloqueio ao acesso das populações ao cuidados de saúde, à pala da teoria da necessidade de afectar todos os recursos médicos e hospitalares a uma alegada pandemia.
Marcelo, o Dupont de Costa
Que ninguém se iluda! Costa pode ter travado o ímpeto fascista de se aproveitar do clima de pânico e terror que as burguesias em todo o mundo têm vindo a impôr aos operários e aos trabalhadores para os desviar das lutas que têm de travar para se oporem à exploração e ao estado caótico a que o capitalismo levou o Planeta, mas não perdeu os seus intentos.

Costa: de “abanador” a abanado

Como seria de esperar, começa a formar-se um autêntico tsunami democrático contra as pretensões fascistas de Costa e seus apaniguados em impor aos operários e trabalhadores o uso obrigatório da máscara na via pública e a instalação da aplicação Stayaway Covid, para já em contexto laboral, escolar e nas Forças Armadas e de Segurança mas, previsivelmente, projectando já a imposição a toda a sociedade.

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O Abanão Fascista do Costa

Desde a meia noite de hoje que entrou em vigor o estado de calamidade que substitui o estado de contingência anteriormente em vigor.

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Lei do Orçamentode Estado 2021 – um beco sem saída!

A visita a Portugal daquela que é uma espécie de Comissária Política da potência colonizadora e imperial – a Alemanha –, nos passados dias 28 e 29 de Setembro, foi apresentada como uma operação de “charme” e “bondade” para anunciar os milhares de milhão de euros com que Portugal iria ser bafejado para resolver a crise económica que foi agravada pela crise pandémica do Coronavírus.

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Todos à Romagem, no próximo
dia 12 de Outubro, às 10 Horas,
no Cemitério da Ajuda!

RibeiroSantosAlexandrinoSousa

      
A Luta Pelo Partido Comunista Operário

O Movimento Reorganizativo do Partido do Proletariado (MRPP) nasceu em 1970, forjado na luta de classes contra o fascismo, o colonialismo e o imperialismo, com o objectivo de fundar o verdadeiro Partido Comunista e nasce em luta contra as concepções revisionistas e reformistas e social-fascistas do P”C”P. É essa a sua matriz ideológica, política e organizativa.

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Materialismo Histórico versus Obreirismo Messiânico

Nas fileiras comunistas existe uma tendência particular que deve ser incessantemente combatida: o obreirismo messiânico. Este desvio tem origem em duas interpretações erradas do marxismo. Por um lado, na incompreensão do seu carácter científico e metodológico; por outro, no desconhecimento do percurso evolutivo teórico de Marx e do carácter contextual da sua práxis, que atravessou diferentes disciplinas, desde a economia política, à militância revolucionária, à filosofia.

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Costa no “Quadro de honra”?

Na recente entrevista que deu ao programa “Isto é Gozar com quem trabalha“, de Ricardo Araújo Pereira, a putativa candidata às eleições presidenciais que ocorrerão em Janeiro de 2021, Ana Gomes, numa tentativa de pescar nas águas turvas do dividido e pulverizado Partido (dito) Socialista, disse que António Costa merecia estar no “quadro de honra” por causa do “excelente” trabalho que estaria a desenvolver para fazer face à crise sanitária do COVID-19.

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A Participação dos Comunistas nas Eleições dos Açores

EntrevistaLourdesAcores

Como os camaradas e leitores do Luta Popular têm conhecimento, iniciou-se na sexta-feira, dia 18, e terminou ontem, dia 19, o I Congresso Extraordinário do PCTP/MRPP o qual exigiu uma grande mobilização e trabalho por parte de todos os militantes, e em especial dos delegados dos Açores que se viram obrigados a conjugar esta tarefa com a sua participação nas eleições para a Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores (ALRAA): constituição e apresentação da lista e divulgação da mesma nos órgãos de comunicação social, com destaque para a Agência Lusa e o Açoriano Oriental e que passamos a divulgar no nosso Luta Popular Online

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Movimento Operário e Sindical

 

Iniciamos hoje esta secção do Luta Popular com a publicação de um importante documento aprovado pelo Comité Sindical do Partido e que norteará a resposta sindical comunista à actual situação de acelerada proletarização de vastos sectores da sociedade.


Luta – Unidade – Vitória

Contexto económico, político e social

O avanço do capitalismo conduziu ao fenómeno da globalização, que intensificou o processo internacional de plena integração económica, social, cultural e política no mercado capitalista global. Impulsionado pela diminuição dos custos dos meios de transporte e comunicação, este processo, que ocorreu de forma mais intensa no final do século passado, correspondeu à intensificação das transacções financeiras, do comércio, dos movimentos de capital e de investimentos bem como da mobilidade das pessoas (as migrações) e da divisão internacional do trabalho. Com a deslocalização das indústrias para os países do terceiro-mundo, onde o reduzido custo da mão-de-obra permitiu aumentos colossais dos lucros das grandes corporações e das economias ocidentais, assistiu-se à terciarização da economia dos países ocidentais! Na UE, quase ¾ dos trabalhadores estão integrados no sector terciário! Por cá o panorama não difere muito: 70% dos trabalhadores portugueses laboram no sector dos serviços, em áreas do turismo como a hotelaria e restauração, telecomunicações, serviços de “call-center”, retalho, imobiliário, protecção e segurança. Para além disso a facilidade de mobilidade e a demanda por mão-de-obra nos países ocidentais – para sectores da economia que deixaram de atrair trabalhadores autóctones (por ex.: construção civil, agricultura e sector primário em geral, limpezas, hotelaria, restauração, etc.), devido aos baixos salários e à dureza inerente a estas actividades – proporcionaram, ao longo de décadas, vagas de imigração intensas de pessoas provenientes dos países do terceiro mundo, que fogem às más condições de vida nos seus países de origem. Condições essas provocadas pelo saque imperialista sob formas neocoloniais, levado a cabo pelos países Ocidentais.

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O fascismo do PS de Costa não é de hoje. O camarada Arnaldo Matos já o havia denunciado mal os primeiros traços do mesmo se manifestaram da pior maneira, no governo anterior, como a sequência de tuítes, que agora republicamos no Luta Popular, demonstra.


O PS no Poder é a Reacção no Poder!

É preciso dizê-lo sem medo, com a coragem necessária e com todas as letras: o Primeiro-Ministro António Costa e o governo do PS a que preside são um coio de reaccionários fascistas, da mesma natureza de Salazar e de Caetano.

Tal como Salazar e Caetano nos seus tempos, Costa e o seu governo, enviaram na última quinta-feira, e lá a mantiveram na sexta-feira e hoje sábado, um corpo da Polícia de Choque, para pôr termo a uma greve dos estivadores precários do Porto de Setúbal.

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PROCLAMAÇÃO À CLASSE OPERÁRIA
E AO POVO DOS AÇORES 

APÓS AS ELEIÇÕES PARA A ASSEMBLEIA REGIONAL DOS AÇORES 
DE 25 DE OUTUBRO PRÓXIMO PASSADO
 
Conferência de imprensa a 5 de Novembro de 2020
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O capital, incapaz de ocultar as consequências económicas e sociais desastrosas para quem trabalha ou procura trabalhar, decorrentes da aplicação da sua política de exploração e usurpação desenfreadas, multiplica frentes e meios de propaganda na vã tentativa de que na diversidade ilusória dessas organizações que oportuna e convenientemente se limitam a apelar aos sentimentos mais básicos e primários, a população se sujeite à imposição da exploração e da alienação imprescindíveis à continuidade e progressão dos seus objectivos: e é assim que hoje, no arquipélago, já talvez mais de 95% da população depende de um salário mínimo ou de um subsídio para viver! 
 
Como o ladrão que grita “agarra que é ladrão” para não ser apanhado, também cada partido burguês na expectativa de obter os apoios necessários para se introduzir e controlar a administração pública acusa o outro ou os outros partidos como sendo os responsáveis pela pobreza, pela precariedade e pela corrupção nos Açores. 
 
Na verdade, todos eles lutam entre si para alcançarem a primazia junto dos eleitores, mas todos estão unidos quando se trata de ridicularizar e, se possível, eliminar ou mesmo esmagar qualquer solução política operária e comunista! Todos eles tentam desesperadamente manter o esgotado modo de produção capitalista!

CongressoExt2020

Realizou-se, num clima de grande entusiasmo, coragem e alegria revolucionária, o I Congresso Extraordinário do PCTP/MRPP!

Apesar de todas as provocações, boicotes, traições, intrigas, tentativas de intimidação e, até, ameaças de agressão física, realizou-se, num clima de grande entusiasmo, coragem e alegria revolucionária o I Congresso Extraordinário do Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses (PCTP/MRPP).
A Organização do Congresso, seguindo as indicações expressas pelo nosso querido e saudoso camarada Arnaldo Matos sobre a ampla democracia que deve existir no seio dos comunistas, criou as condições para que o debate tivesse sido muito amplo e dinâmico e as divergências que se manifestaram pudessem ser livremente expressas e discutidas entre os comunistas presentes.
Os delegados presentes representavam, em termos territoriais, a esmagadora maioria das regiões do país, sendo assinalável a presença de muitos jovens camaradas, entre os 20 e os 27 anos – tendo alguns dos quais reconhecido o nosso Partido como a única organização comunista existente no país muito recentemente –, com a classe operária a assegurar a maioria de presenças, os trabalhadores de serviços e as mulheres que, esperamos, estejam em maior número em próximos Congressos e eventos do Partido.

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Começou o I Congresso Extraordinário do PCTP/MRPP!
Um Congresso da afirmação autónoma da classe operária!

1.    No final da tarde de hoje, 18 de Setembro, entre as 18 e as 20 horas, e durante o dia 19 de Setembro, realiza-se o I Congresso Extraordinário do Partido, precisamente quando se comemoram 50 anos da fundação do PCTP/MRPP. Um Congresso que será, simultaneamente, uma evocação do empenho do seu fundador – o nosso querido e saudoso camarada Arnaldo Matos – em providenciar à classe operária um quartel-general livre da influência de revisionistas e toda a sorte de oportunistas, e um novo impulso revolucionário que assegure o devir histórico do proletariado em Portugal e no mundo.
2.    Um Congresso onde o que estará em discussão é a refundação de um Partido Comunista Operário, na tradição do que levou à fundação, em 18 de Setembro de 1970, do Movimento Reorganizativo do Partido do Proletariado (MRPP). Um Partido que ao longo dos seus 50 anos de vida, foi temperado por duras e prolongadas lutas contra a burguesia e toda a sorte de oportunistas – revisionistas, trotsquistas, bloquistas, amarelos − um Partido que tem sido, sempre, um reflexo da luta de classes intensa que se produz na sociedade e de que ele é uma consequência e uma necessidade. Um Partido que pretende conferir à classe operária um papel autónomo e revolucionário, sem correntes a prendê-la à burguesia, condição que a tem levado a ser frequentemente utilizada como carne para canhão da classe que deve apear – a burguesia capitalista e imperialista.
3.    Assaltado, ele próprio, por diversas cliques oportunistas que o foram desviando do seu foco estratégico – o marxismo – e da sua táctica revolucionária, os marxistas reunem-se em Congresso para retomar o princípio de que a classe operária não tem nação – um conceito que Marx considerava eminentemente burguês. Um princípio que passa por unir a classe operária em Portugal à classe operária em todo o mundo, porque para ela não existem nações nem fronteiras. Um Partido que tem por táctica a transformação da guerra imperialista já em curso, em guerra cívil revolucionária.

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Pelas 35 horas aos portões da Fromageries Bel

TargetaAcores202007Na continuação de uma intensa ligação às massas proletárias o comité do Partido da ilha de São Miguel, nos Açores, lançou-se na distribuição de um comunicado pela justa luta da semana das 35 horas semanais e com uma pequena banca com alguma literatura revolucionária que visa uma maior elucidação do operariado, na fábrica de leite e derivados Fromageries Bel.

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Agitação e propaganda comunistas em Aveiro

Campanha35HAveiro01

Também em Aveiro tem expressão a campanha pela semana das 35 horas para todos os trabalhadores tanto do sector público como do sector privado, com salvaguarda dos horários completos inferiores. Dando execução ao planeamento do Comité Distrital de Aveiro da aplicação da decisão do Comité Central sobre a agitação e propaganda em torno desta estratégica batalha operária, ...

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O Capitalismo É Assim: Exploração e Desprezo pelos Trabalhadores

ComunicadoPlatLogAzambuja2Red50Nos últimos dias, seguindo a linha política de massas que o camarada Arnaldo Matos sempre nos indicou, uma brigada composta por alguns camaradas do Comité Distrital de Lisboa seguiu em direcção à plataforma logística da Azambuja onde trabalham 8.500 trabalhadores, para distribuir o comunicado Plataforma logística da Azambuja: um genocídio da trabalhadores anunciado!,  que já conta com 7416 visualizações no Facebook do Partido e 662 no Luta Popular,  denunciando e alertando para a situação criminosa e desumana que ali se tem passado, situação que o desgoverno do malabarista António Costa tem silenciado, com a colaboração e bênção do  inefável, mediático e definitivamente conivente  Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e de toda a oposição.

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A propósito das finanças do Partido


A gestão burguesa distingue-se da gestão proletária pelos pressupostos e pelas práticas de gestão.

Os pressupostos na primeira são exploração e alienação sendo o sobre-produto o seu referencial nuclear.

Os pressupostos na segunda são produção e uso tendo como referencial nuclear o produto.

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Uma jornada de propaganda operária e comunista!

Depois de reunido o comitê distrital de Lisboa iniciou a acção de agitação e propaganda com várias colagens no centro da cidade como nos arredores. A luta pela semana das 35 horas não pode ser abandonada nem esquecida, quando existem operários e operárias que trabalham muito mais do que é estabelecido actualmente.
Os comunistas devem lançar-se numa luta sem tréguas contra o capitalismo e a burguesia parasitária e exploradora, numa batalha até às últimas consequências, sempre pela defesa intransigente da classe operária e do povo!

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“Multidão escrava de pé!”

Nos últimos meses do ano corrente temos constatado aquilo que Marx indicou e previu nas suas obras, isto é, a falência e esgotamento do modo de produção capitalista e do sistema que lhe está associado.
É precisamente, no momento em que nos encontramos, que os comunistas devem consciencializar as amplas massas populares, com o objectivo e finalidade   superiores e supremas de fazê-las ganhar consciência de classe explorada que são, algo que só deste modo poderá fazer a classe  operária mais incauta entender o processo histórico e a inevitabilidade da passagem do sistema capitalista para o sistema comunista livre da escravatura assalariada e onde a força de trabalho da classe operária é a chave de tudo e não uma mera mercadoria que a burguesia usa e abusa conforme quer, e enriquece  através do sobreproduto que retira das horas não remuneradas que os trabalhadores executam.

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20200517AcoresHoje pelas 15:00 horas, uma brigada do partido, composta pelos camaradas Pedro Leite Pacheco e José Afonso Lourdes, procedeu à colagem de um cartaz da semana da 35 horas, num mupi que o partido tem instalado na Ribeira Grande. No decorrer da colagem, ao passar um homem dentro de um carro, perguntou quando iam ter as 35 horas de trabalho semanal?
Por este comentário por parte de um possível operário já vemos que esta luta não foi, nem pode ser abandonada. O partido deve continuar esta luta pela imposição das 35 horas semanais de trabalho, no sector público e privado, como fez na então semana das 40 horas.

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Viva o 1.º de Maio Vermelho!

O capitalismo que, globalizado e mundializado, atingiu o seu estádio supremo e último – o imperialismo –, entrou em profunda crise, que se agiganta a cada dia que passa, e prepara-se para desferir o maior e mais reles ataque à classe operária e aos trabalhadores do mundo inteiro. Estamos perante uma crise mundial que se desdobra em várias frentes – sobretudo na frente económica que precede a crise sanitária do COVID-19, que por sua vez a agrava. E que levará inevitavelmente ao confronto final das duas classes antagónicas: a burguesia capitalista e o proletariado.

O sistema capitalista tem vindo, crise após crise, a aprofundar as suas contradições, recorrendo a vários instrumentos e mecanismos para sobreviver e para se reproduzir, sendo certo que todo o arsenal de medidas e tácticas definidas assentam numa única estratégia para se manter enquanto sistema: recuperar a taxa de lucro em queda bruta, ou seja, assegurar a perpetuação da acumulação do capital. Pode chamar-lhes austeridade, pode chamar-lhes seja o que for, até pode “inventar” medidas inauditas, mas o que sobra, na prática, é o agravamento da taxa de exploração da classe operária e o chorrilho de fome, miséria, desemprego, precariedade, doença, guerra e morte que o acompanha.

Ao mesmo tempo trava-se uma luta de morte entre os vários imperialismos pelo domínio do planeta, cuja reorganização geopolítica, com a crescente hegemonia do imperialismo chinês relativamente ao americano a acontecer com uma rapidez inesperada, desembocará certamente numa nova guerra mundial inter-imperialista.

A crise sanitária engendrada pela pandemia do Covid-19 só veio pôr a nu e acelerar as contradições e o esgotamento do modo de produção capitalista, em que a chamada crise ambiental, que a antecedeu, apenas teve e tem como objectivo iludir a crise mais geral e profunda em que se debate e para a qual não tem qualquer solução, já que esta passa obrigatoriamente pela modificação das relações de produção e consequente modificação do modo de produção permitindo um novo desenvolvimento das forças produtivas.

Essa crise no coração do capitalismo é uma crise económica e vem acompanhada por uma crise financeira, sendo que estas crises têm um efeito sistémico influenciando-se mutuamente, ou seja, “ a pseudo-solução” de uma das crises repercute-se e agrava a outra crise. Cada uma das crises alimenta a outra e desembocam as duas no Estado burguês, capitalista e imperialista, sem outra solução para a crise que não seja a do agravamento inaudito da opressão e da exploração do homem pelo homem cada vez mais insuportável aos povos e que só a podem superar pela Revolução Proletária Comunista triunfante.

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A Luta Contra o Liquidacionismo e a Salvaguarda do Órgão Central

Nos últimos dias, sobretudo após a formação do Comité Distrital de Lisboa, o Partido, a sua direcção e o Órgão Central, o Luta Popular online, têm sido alvo do mais vil e traiçoeiro ataque, em que o oportunista Lopes tem sido o rosto, mas não certamente o cérebro, apelando à acção de sucessivos golpes ao atropelo dos Estatutos e dos princípios organizativos do Partido. A constituição do Comité Distrital de Lisboa foi claramente um grande golpe para os liquidacionistas e, tal como a convocação do Congresso, levou ao desespero e actuação descabelada, sem norte, dos que sabem que não terão sucesso no Congresso, pelo que, em vez de estarem a preparar o Congresso e os relatórios a apresentar, tudo fazem para impedir a sua realização. Esse é o seu verdadeiro receio.
Trabalhar pela unidade é o critério fundamental para distinguir os que verdadeiramente querem construir e reforçar o Partido Comunista Operário.
No momento em que se aproximam grandes combates, unir e organizar o Partido é vital!Preparar o Partido para esses combates é o que todos deveriam estar a fazer. Tudo o que conduza à divisão, tudo o que seja fomentar guerras baseadas em confrontos pessoais, em vaidades pessoais, em frases esquerdistas com o recurso às redes sociais, mais não fazem do que minar e destruir o Partido. Não há ninguém, por mais ignorante que seja, que não conheça este princípio. E é essa a responsabilidade que lhes cabe e que vão ter de assumir no futuro.
Em 2015, o Comité Central da altura decidiu substituir o Secretário-Geral Conceição Franco pela arara bem-falante Garcia, com boa presença nos órgãos de comunicação. Todos concordaram. Nenhum se opôs, nem os que ainda cá estão! E ainda não se lhes ouviu uma autocrítica a esse respeito! O critério foi, pois, o de falar e apresentar-se bem! A política era um aspecto secundário. Foi um golpe à revelia dos Estatutos e da linha política do Partido. Contudo, não fosse a intervenção e denúncia do Camarada Arnaldo Matos, o arara era agora o secretário-geral do Partido, com todos a baterem palmas. Talvez alguns ainda continuem a pensar assim. Não sabemos, nesse caso, onde fica o apoio ao camarada Arnaldo Matos e à linha por si defendida e que em palavras muitos diziam e dizem apoiar. É sobre estes métodos e a ausência de vigilância revolucionária que todos, mas todos, devemos reflectir e aprender. O I Congresso Extraordinário do Partido foi marcado pelo Camarada para os dias 30 de Abril e 1 de Maio de 2016. Vai fazer agora quatro anos!

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Os Ocultistas

O Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses tem um grande historial no que concerne à luta de morte travada entre as duas linhas claramente antagónicas: A linha vermelha revolucionária e a linha negra contra-revolucionária e anti-partido.
A linha vermelha revolucionária tem lutado pela vida do Partido e pelo objectivo supremo do proletariado - a revolução comunista. Nos últimos meses, a linha vermelha revolucionária tem-se defrontado com inúmeros obstáculos e ataques, que tem conseguido vencer, mas que, naturalmente, se traduzem em atrasos nas tarefas que temos pela frente. Contudo, tem também conseguido  pequenas vitórias, como:

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Que Viva o Partido!


Camaradas,

O Comité Distrital de Lisboa constituiu-se no passado dia 22 de Março e constituiu-se na luta, (já ela pronunciadora dos grandes combates que se avizinham),  no combate aceso entre as duas linhas: a que quer organizar o Partido e a que quer a anarquia liquidadora no campo da organização.

Venceu a que luta pela organização do Partido.

O  Comité Distrital de Lisboa tem como objectivo principal  organizar, reforçar política e ideologicamente os militantes e simpatizantes do distrito na base de um plano,   que  visa, desde logo o seu  rápido alargamento.

Ao ser eleito secretário do Comité assumi desde logo este compromisso e não vou  pactuar  com qualquer um que não esteja disposto a lutar pelo Partido, mormente aqueles que tendo tido a oportunidade de integrar este órgão, podendo estar, neste momento a discutir organizadamente a situação do Partido, recorrem a métodos  bem antigos e  conhecidos do Partido, dos velhos  tempos do Machado, em que se levava quase uma hora antes de se entrar na ordem de trabalhos. Esta linha, que pretende vencer pelo cansaço, ressuscitou e pretendeu durante mais de uma hora impedir a entrada na ordem de trabalhos, interrompendo a reunião até para telefonemas e tentando dispersar a atenção dos presentes noutro foco que não o da constituição do órgão, para criar lançar a confusão com  discussões que não faziam parte da ordem de trabalhos, apelando ao sentimentalismo.

Estar no Comité Distrital de Lisboa, implica trabalhar e desde logo conhecer os seus concelhos. Contudo, em vez de se empenharem a conhecer os seus concelhos, (onde está o levantamento das fábricas do concelho de Loures, pedido, por exemplo, há mais de dois anos?) de contactarem pessoal e individualmente com os elementos do Partido no concelho, ficam em casa, lançando a confusão pretendendo dar orientações ao Partido. Volto a reafirmar, o Partido precisa de discutir e de se armar ideologicamente, mas tem de o fazer organizadamente. Quem quiser vir por este caminho servirá certamente o Partido. O contrário significa a anarquia, o fraccionamento a confusão. Um grupo de papagaios!

Não camaradas quem não se quer organizar, não tem direito à palavra no Partido. Quem resolve delatar o que se passa nas reuniões (bem vistas as coisas o sis nem precisa de espreitar as nossas reuniões. Há um relator), não merece a confiança.

É urgente que se alterem as concepções e os métodos de trabalho, o que passa obviamente pela elaboração de planos e balanços dos mesmos.

Vamos cometer erros? Certamente que sim. Mas se estivermos determinados, se usarmos correctamente a crítica e a autocrítica, se estudarmos afincadamente o Marxismo, se nos apoiarmos nos documentos e ensinamentos do Camarada Arnaldo Matos, venceremos.

A palavra de ordem é Organizar, Organizar, Organizar!


Lisboa, 3 de Abril de 2020

Carlos Pacheco

A crítica, a autocrítica e o comportamento de uma clique

Para que serve a crítica, a autocrítica e a vigilância dentro de um Partido Comunista?
Todos acham que sabem responder e dirão: para reforçar o Partido, para unir os contrários, para travar a luta política.
No entanto, há uma distância muito grande entre criticar com esse objectivo e fazer críticas, sem princípios, pessoalizando e transformando as discussões em contendas para confundir, dividir e impedir que o Partido se reorganize, como é próprio de cisionistas e fraccionistas.

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O desesperado ataque da clique fraccionista ao Partido!

Andam por aí uma araras desesperadas por terem sido denunciadas e isoladas pelo Partido devido às suas posições provocatórias, intriguistas, pidescas, fraccionistas e liquidacionistas, a atacar tudo o que o Partido e, sobretudo, o seu Órgão Central se empenhem em levar a cabo.

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O Comité Distrital de Lisboa

Prosseguindo a luta pela realização do I Congresso Extraordinário do Partido, que terá lugar a 18 de Setembro de 2020, no dia do 50.º Aniversário da sua fundação, e de acordo com o plano estabelecido pela comissão organizadora do Congresso, foi dado mais um importante passo na edificação do Partido Comunista Operário.

Foram vários os textos em que o Camarada Arnaldo Matos se referiu à importância da constituição dos Comités Distritais e Regionais e à necessidade vital da sua criação como o passo decisivo para a organização e consolidação do Partido, (Os Comités Distritais e Regionais do Partido e Os Secretários Distritais e Regionais do Partido) , para o reforço da ideologia, da política e da organização do Partido, aspectos absolutamente necessários no momento que o Partido atravessa, para que se volte a pôr a política no centro das discussões, e “para corrigir os graves desvios da linha geral do Partido”.

A constituição do Comité Distrital de Lisboa do PCTP/MRPP foi um passo importantíssimo, que resultou de uma luta travada contra sucessivos boicotes, que, aliás e como seria natural, também estiveram presentes na reunião da sua constituição, boicotes perpetrados pela linha liquidacionista, cisionista e reaccionária, que foi denunciada pela esquerda do Partido que se soube unir em torno de uma linha política comunista, operária, impedindo que a anarquia e a indisciplina frustrassem que a discussão no seio do Partido se faça de acordo com os princípios organizativos do Partido.

Analisada a situação política actual, quer no país, quer no seio do Partido, de forma acalorada e firme, foi eleito o Secretário do Comité Distrital de Lisboa que terá uma semana para apresentar um Plano de Acção, firmado no contexto do Congresso que se realizará ainda no corrente ano, e dos ensinamentos que o camarada Arnaldo Matos nos legou acerca da organização distrital em que o Partido deve assentar – objectivos políticos, objectivos organizativos e táctica e estratégia a adoptar.

Ao camarada Secretário agora eleito foi desejado bom trabalho, com a garantia de uma participação activa nas imensas e importantes tarefas políticas e organizativas que o Comité Distrital de Lisboa tem pela frente, por parte de todos os camaradas presentes, que demonstraram uma elevada consciência de que este é um dos pilares mais importantes da organização do Partido – os Comités Distritais e, sobretudo, o do distrito de Lisboa, um dos mais populoso do País.

24 de Março de 2020

O Comité Distrial de Lisboa

 

COMUNICADO

Logo após o encerramento da Sessão de Evocação ao Camarada Arnaldo Matos – 22 de Fevereiro de 2020 –, o Comité Central do PCTP/MRPP reuniu e, pondo em prática o princípio de que homenagear o camarada é seguir o seu exemplo, é lutar pelo reforço e unidade do Partido, começando, desde logo, pela sua organização e direcção,  decidiu:

1-    Proceder à cooptação dos camaradas José Lourdes, membro do Comité da Ilha de São Miguel, nos Açores e João Morais da organização do Partido no Porto, a quem endereçou os votos de bom trabalho na árdua tarefa de direcção do Partido e da classe operária na luta pela vitória da Revolução Proletária Comunista. Em resposta, os camaradas cooptados para o Comité Central manifestaram um elevado espírito de luta pela edificação do Partido, nomeadamente pela vitória da linha revolucionária comunista no Congresso Extraordinário, marcado para 18 de Setembro.
2-    Fazer o balanço da homenagem levada a cabo pelo Partido ao camarada Arnaldo Matos, desde a sua preparação e que passou por: (I) obtenção do espaço para a realização; (2) divulgação da sessão: entrevista sobre o camarada, passada em três rádios locais; produção e distribuição do convite, concepção, produção e organização de materiais para decoração da sala;  (III) edição de duas brochuras: “Reorganizar o Partido Revolucionário do Proletariado”, artigo do Bandeira Vermelha n.º 1 de Dezembro de 1970, e “O Comunismo no século XXI”, transcrição da palestra que o camarada Arnaldo Matos proferiu a 18 de Março de 2000; exposição; e a sessão de evocação propriamente dita, constante das várias intervenções.
Concluiu pelo enorme êxito da realização no seu conjunto, traduzida na presença de camaradas de diversos pontos do país, realçando que a unidade e a vontade de avançar na consolidação do Partido foi o aspecto principal. O Comité Central destacou o trabalho e o empenho revelado pela Comisão Organizadora da Evocação, sem o qual esta homenagem, preparada num espaço de tempo tão curto, não teria sido possível.
3-    Acolher e aprovar a sugestão de camaradas para passar a designar a sede nacional do Partido de Sede Arnaldo Matos e de designar a colecção de brochuras, agora iniciada e que incluirá a publicação das principais intervenções e textos escritos do camarada Arnaldo Matos, de Cadernos Arnaldo Matos.

Viva o I Congresso Extraordinário do Partido!

Lisboa, 22 de Fevereiro de 2020

O Comité Central

MACIÇO CENTRAL:
FUNDAÇÃO DO COMITÉ DO PARTIDO
PARA O DISTRITO DE VISEU!
MarxFundacaoCDViseu

RUMO AO CONGRESSO EXTRAORDINÁRIO
18 SETEMBRO 2020

Quando em 2015 na Região do Maciço Central, um grupo de homens e mulheres, representando os 3 distritos abrangentes: Castelo Branco, Guarda e Viseu, solicitaram ao camarada Arnaldo Matos a sua presença para a realização do colóquio nas instalações da Central de camionagem da cidade da Guarda, fizeram-no de forma convicta; para lhe manifestar todo o apoio, e, lançar mãos à obra da reorganização do Partido, tendo em vista a sua refundação em Congresso Nacional, que dadas as dificuldades encontradas se viu sucessivamente adiado não obstante todo o esforço desenvolvido, até ao último fôlego de vida, pelo fundador do PCTP/MRPP.

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A LUTA,
O ANIVERSÁRIO E O CONGRESSO DO PARTIDO

     Há cerca de meio século, liderado por Arnaldo Matos, surgiu em Portugal o movimento revolucionário que a 18 de Setembro de 1970 culminaria na fundação do Movimento Reorganizativo do Partido do Proletariado (MRPP), destinado a demonstrar, através da prática, do estudo e da propagação do marxismo que, o Homem não veio à terra para ser transformado em merda!
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ROMPER PARA TODOS OS QUADRANTES! 
REUNIÃO NO PORTO

No dia 4 de Dezembro de 2019 realizou se a primeira reunião após as eleições legislativas, a primeira de muitas com os objectivos da divulgação do marxismo, da luta por uma sociedade de iguais e da concretização do congresso do partido, que se vai realizar no dia 18 de Setembro de 2020. Acontece um ano e três dias depois da última intervenção pública do nosso camarada Arnaldo Matos, e no mesmo local, a livraria Canto III na rua da Boavista.

PrimeiraReuniaoPubLer mais


MACIÇO CENTRAL
FUNDAÇÃO DO COMITÉ DO PARTIDO
PARA O DISTRITO DE CASTELO BRANCO
MarxeEngels

RUMO AO CONGRESSO
POR UM PARTIDO COMUNISTA PROLETÁRIO MARXISTA!

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O Luta Popular online e a Refundação do Partido Comunista Proletário Marxista

O Luta Popular online é o Órgão Central do PCTP/MRPP, o que significa que as posições tomadas pelo Partido são as publicadas no Jornal. Os militantes, simpatizantes e amigos do Partido devem tomar conhecimento das posições do Partido através do seu Órgão Central e não por qualquer outro canal de comunicação.

Nesse sentido, e para que não persistam dúvidas, e apesar de já ter sido objecto de estudo, republicamos um artigo do camarada Arnaldo Matos, datado de 04-05-2016 , no qual está claramente explicado qual é a função do Luta Popular.

       15OUT19                                                                             CG

Uma vez mais: O que é o Luta Popular Online? 

Agora que os comunistas portugueses estão a obter importantes sucessos na sua luta contra os liquidacionistas, com vista à refundação de um partido marxista revolucionário proletário, aumentou a colaboração dos militantes e simpatizantes do Partido para o Luta Popular Online.

Isso obriga-me a vir aqui uma vez mais explicar aos nossos leitores o que é o Luta Popular Online e qual é o tipo de colaboração que deles esperamos e desde já lhes agradecemos.

O Luta Popular Online é o jornal político de âmbito nacional do Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses (PCTP/MRPP). Por enquanto, sai em suporte digital, mas a intenção do Comité Central do Partido é a de editá-lo em suporte de papel, assim que se acharem reunidas as condições políticas, económicas, técnicas e organizativas para tanto.

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