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TUÍTES DO CAMARADA ARNALDO MATOS

COMENTADOS NO FACEBOOK


Os mais recentes tuítes do camarada Arnaldo Matos, em resposta ao desafio do Governo Sombra sobre a questão do racismo, mereceram um vivo debate e apoio no facebook. São alguns desses comentários que publicamos de seguida.

Ernesto Reis Bom! Segundo Steve Biko assassinado pela polícia sul-africana depois de torturado, os brancos não são bem brancos, são mais rosados; um preto do Mali e que emigrou para o Brasil, disse que os pretos devem orgulhar-se de serem designados por pretos e não por negros; negro está conotado com coisas más: a "ovelha negra", a "nota preta" (quando temos de pagar uma nota dessa cor, ficamos a arder)….Os monhés são um subtipo de indianos que emigraram para Moçambique e fizeram do comércio a sua actividade principal! Coloquialmente seria desajustado tratar um monhé por "indiano emigrante da India (ou do Paquistão) e se dedica ao mercantilismo em Moçambique e que dilui no espaço lusófono! Não dá mesmo jeito nenhum! Concluindo: Branco ou é branco ou é rosado; preto é preto não é ovelha; azuis é fantasia dos monárquicos; dos amarelos dizem que comem tudo o que tem quatro pernas e anda de costas viradas para o sol excepto mesas e cadeiras; o Quaresma é cigano até dizer chega! Não há razões por não tratar as coisas pela sua designação do léxico adequado! O Costa é traidor por ser o chefe do governo da Troika e monhé por razões óbvias e já sobejamente explicadas! Consoante a semântica trato-o por um ou outra designação.

Dinis Jesus Lula Grande Arnaldo...sim, os rapazes são cultos, bem falantes e com alguns tiques de superioridade...uns mais do que outros é certo. Tratar as coisas pelo nome não é racismo...é a assunção das diferenças, que quando feita sem qualificações conexas, é uma coisa ótima. A diversidade de cores e culturas é uma maravilha e o reconhecimento dessa maravilhosa diversidade nunca poderá ser considerado racismo...se considera todos os humanos iguais em direitos e deveres.

Alberto Lopes. Muito para discutir?

Há uns tempos li aí num pasquim, que um Angolano Preto veio a Portugal comprar um relógio de pulso por 900.000 euros.

Ontem vi numa tv em grandes parangonas que um rosado/a se prepara para comprar um par de chanatos por vários milhões de euros.

Para mim a "coisa" está discutida.

Partindo do principio de que existem duas raças em confronto, eu me assumo aqui de corpo inteiro, contra a raça dos filhos de puta, que exploram a raça do mundo do trabalho.

Racismo é ainda este monhé do costa, apresentar-se num país soberano como Angola, de chanatos como se fosse ali à quinta privada caçar um coelho. 

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