PAÍS

O STOP NÃO MORRERÁ!

O reizinho fascista Rui Moreira, o ainda presidente da Câmara do Porto, voltou a fazer das suas. Mandou apagar os graffitis que estavam espalhados por todo o Centro Comercial Stop, em honra do grande movimento de protesto que se gerou contra a decisão do palhaço do Moreira no sentido de transformar o Stop num hotel de luxo ou de o entregar à especulação imobiliária, como tem feito com toda a cidade a cidade do Porto, o merdas, expulsando os pobres e os trabalhadores, engrossando a miséria e os casos de pessoas sem-abrigo e entregando-a à corja dos patrões e empreiteiros corruptos, amigalhaços da Câmara, aos ricaços de cá, aos turistas e aos estrangeiros endinheirados.
Entretanto, grande parte das bandas e músicos já abandonaram o Stop por não conseguirem pagar os aumentos exorbitantes das rendas exigidos pelos senhorios exploradores e capitalistas. A associação Alma Stop já tinha alertado para o facto em comunicado e a banda Sereias denunciou-o na sua página do facebook. Mas o Stop não vai morrer, camaradas. Venha quem vier, a resistência continua. O Stop é e foi um exemplo de comunitarismo autónomo de músicos e artistas. Os Moreiras, os Montenegros, os Venturas, os Pedros Nunos desaparecerão do mapa e o Stop perdurará para todo o sempre. Palavra de revolucionário.

APR                   
(correspondente no Porto)

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