PAÍS

Chega: um aconchego para criminosos

Não é só o Miguel Arruda das malas. Mais de 20% (11) dos 50 deputados do Chega têm ou tiveram problemas com a Justiça.

O "führer", um tal não sei quê ventura, em Maio de 2021, foi condenado por ofensa à honra e imagem devido a declarações sobre a família Coxi, do Bairro da Jamaica, no Seixal. Esse tal não sei quê ventura classificou os membros da família como "bandidos", tendo o Tribunal Local Cível de Lisboa ordenado a publicação de uma retratação pública na comunicação social e no Twitter. A decisão foi confirmada pelo Supremo Tribunal de Justiça. Cristina Rodrigues (ex-PAN) enfrenta processos judiciais relacionados com o seu mandato de deputada pelo PAN. A ladra é acusada de eliminar milhares de e-mails pertencentes ao PAN quando se desvinculou do partido. Eduardo Teixeira, ex-deputado do PSD, foi eleito pelo Chega por Viana do Castelo. Em 2019, foi alvo de 2 processos por falsas presenças na Assembleia da República. Filipe Melo, deputado por Braga, enfrentou múltiplos processos judiciais, incluindo a penhora do seu salário por dívida de 15 mil euros ao Colégio João Paulo II. Pedro Frazão, vice-presidente do Chega, foi condenado em 2022 pelo Tribunal de Cascais por difamar Francisco Louçã numa publicação na rede social X. O menino Frazão foi obrigado a retratar-se publicamente e a eliminar a publicação, decisão confirmada pelo Tribunal da Relação.

Pedro Pinto, o boçal nazi, Ricardo Dias Pinto e Rui Paulo Sousa são outros dos casos em causa.

Eis o grande partido anti-corrupção. Eis o grande exemplo fascista para a Nação. Afinal, reduzido a um grupelho de bandidos, pilha-galinhas e malfeitores. Choça, já!

APR                              
(Correspondente no distrito do Porto)

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