NÃO AOS DESPEJOS!
NÃO À VENDA COERCIVA DA TERRA!
NÃO AO ABANDONO FORÇADO!
VIVA AS FORÇAS PRODUTIVAS!
Há que manter a actividade, melhorar a produtividade e as condições de trabalho, favorecer a entre ajuda e a cooperação e garantir novos níveis de diversificação e excelência. 
Para isso são precisas novas regras para o sector tomar outro rumo pois o actual está a conduzir a um intolerável e brutal sobre-trabalho, ao provocatório desperdício, à ruína pessoal e empresarial, ao abandono e à venda forçados, ao desemprego e à exclusão.
As mais de doze horas de trabalho diário são uma real escravatura mesmo para quem não seja assalariado e uma cínica provocação económica que o governo mantém, sustenta e agrava! Para o governo regional a força de trabalho é uma mercadoria e a única função duma mercadoria é enriquecer quem investe na sua produção – e quem não o consegue é considerado incapaz de dirigir seja o que for, é recrutado para a sujeição assalariada ou lançado ao desespero e ao deus dará da marginalidade social.
Defendemos para a agro-pecuária, como para qualquer outro sector de trabalho, 35 horas semanais no dia a dia de todos quantos nela trabalham, o leite e a carne pagos de acordo com um Plano Regional e Local de Produção indexado aos custos, nos quais o preço da força de trabalho terá de atender não só ao mínimo necessário para a subsistência e reprodução do trabalhador, como a ferro e fogo querem os governos regional, da república e da UE, mas beneficiar também da quota parte da riqueza colectiva criada - e é tão indigno considerar o homem e a mulher como mercadoria, como acontecia com o escravo, como considerar a força de trabalho distinta e externa à condição humana, como acontece com o assalariado!
NÃO AOS DESPEJOS! 
NÃO AO ABANDONO FORÇADO!
NÃO À VENDA DO TERRITÓRIO!
35 HORAS DE TRABALHO SEMANAL NO SECTOR!
NENHUM PODER A TRAIDORES!
OPOR AO GOVERNO DO CAPITAL O DO TRABALHO!

VOTA NA CANDIDATURA REGIONAL DO PCTP/MRPP!
30Set2020
O Comité do PCTP/MRPP na Ilha de São Miguel
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