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“Multidão escrava de pé!”

Nos últimos meses do ano corrente temos constatado aquilo que Marx indicou e previu nas suas obras, isto é, a falência e esgotamento do modo de produção capitalista e do sistema que lhe está associado.
É precisamente, no momento em que nos encontramos, que os comunistas devem consciencializar as amplas massas populares, com o objectivo e finalidade   superiores e supremas de fazê-las ganhar consciência de classe explorada que são, algo que só deste modo poderá fazer a classe  operária mais incauta entender o processo histórico e a inevitabilidade da passagem do sistema capitalista para o sistema comunista livre da escravatura assalariada e onde a força de trabalho da classe operária é a chave de tudo e não uma mera mercadoria que a burguesia usa e abusa conforme quer, e enriquece  através do sobreproduto que retira das horas não remuneradas que os trabalhadores executam.
O sistema capitalista é baseado no saque, na exploração e na alienação.
A classe operária deve ter em linha de conta que a luta é dura e irá demorar até atingir vitórias significativas, porém é assim que teremos uma sociedade que valorize mais o ser humano, e não o humilhe como  a burguesia o faz, de forma constante e sistemática.
Os revolucionários devem continuar a persistir, no estilo de vida simples e luta dura como o camarada Mao Tsé Tung apontou.
A interpretação e o estudo atentos das obras marxistas devem estar nas prioridades do movimento revolucionário, a prática revolucionária deve estar intrinsecamente ligada à teoria revolucionária.
O conhecimento, o estudo e a compreensão do Marxismo são tão ou mais necessários e urgentes, como o pão para uma família pobre que passa fome. Só o Marxismo pode trazer uma sociedade nova, um mundo novo, um mundo sem amos.
Um mundo novo se opõe ao mundo parasitário e explorador.

04JUN2020

José Afonso Lourdes

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