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Partido

Comité do Partido no Fundão

Os nossos camaradas da Beira Alta e da Beira Baixa reuniram os três distritos daquelas duas antigas províncias – os distritos de Viseu, Guarda e Castelo Branco – e constituíram com eles uma região política única, a que puseram o nome de Maciço Central, atendendo ao sistema orográfico que constitui o centro do nosso País, com a Serra da Estrela em chefe, rodeada pelas serras da Lapa, da Nave, de Montemuro, de Bigorne, de Cinfães, de São Macário, do Caramulo, do Buçaco, do Açor, da Lousã, da Gardunha, do Moradal e da Malcata, entre outras.

Na sua acirrada luta contra o liquidacionismo e o grupelho anti-partido, os camaradas fundaram em 5 de Dezembro passado o comité regional do Maciço Central, com um representante de cada um dos três distritos, lançaram-se na constituição dos comités distritais de Viseu, Guarda e Castelo Branco e no domingo passado, dia 19 de Junho, pelas 09H00, fundaram, na aldeia de Pêro Viseu, o Comité do Partido no município do Fundão, na Cova da Beira, o primeiro Comité do Partido num concelho da região do Maciço Central, no caso concreto, no distrito de Castelo Branco.

 

Os militantes comunistas do Fundão convidaram para a fundação e primeira reunião do Comité do Partido no concelho do Fundão os secretários do Partido nos distritos da Guarda, Viseu e Castelo Branco, o secretário regional do Maciço Central e o fundador do Partido, camarada Arnaldo Matos.

A sessão decorreu no meio do maior entusiasmo combativo e na dedicação e luta em prol da classe operária, da juventude e dos camponeses e camponesas do Fundão.

Usou em primeiro lugar da palavra o camarada Arsénio, secretário do Partido no distrito de Castelo Branco e membro do comité regional do Maciço Central, com um discurso inteligente, caloroso e veemente que a seguir se transcreve:

“Caros Camaradas,

Desde 5/12/2015 que um punhado de camaradas meteu mãos à obra, tendo em vista a reorganização do Partido nos três distritos do Maciço Central, para romper com a estagnação, o abandono e a desorganização a que a linha liquidacionista tinha votado o Partido, os seus militantes, simpatizantes, amigos e principalmente a classe operária, não só desta região como de todo o País.

Desde essa altura tivemos sempre a incansável estima e apoio, a sempre presente disponibilidade para esclarecer e ajudar a ultrapassar dificuldades por parte do camarada Arnaldo Matos, fundador do nosso partido. Contámos também com o apoio e estímulo do camarada Bento, secretário do comité regional do Maciço Central.

Os camaradas do concelho reuniram já 3 vezes, para:

- estudo do Manifesto do Partido Comunista. Mas devemos continuar a estudar o marxismo-leninismo para fortalecer o nosso conhecimento e encontrar as respostas necessárias ao desenvolvimento da nossa ligação aos operários.

- elaborar listagem de antigos simpatizantes e amigos no sentido de estabelecer uma rede de contactos que facilitem e ajudem na recolha de informação e divulgação das propostas políticas do PCTP.

(Existem já os seguintes contactos de rede: na Delphi, na Fitcon, nas Minas da Panasqueira, na J3LP. Ainda em falha, existem já possíveis contactos: na Torre, na Joalp, na Penteadora de Unhais, na Paulo de Oliveira, na Twintex...).

- abordar também a necessidade de se estar informado de tudo o que se passa politicamente no concelho e agarrar as iniciativas políticas das câmaras, juntas de freguesia e nas fábricas/empresas, lesivas dos interesses dos operários, dos restantes trabalhadores e do povo. E, desta forma, iremos fazer chegar também junto do Luta Popular para denúncia de tais situações (e que ainda nada foi feito quanto a isto).

- decidir a ida às fabricas com mais de 100 operários, que não foram visitadas pela brigada do Luta Popular, entre as quais estão: a Delphi, a Fitcon, a Benoli e a Twintex (tendo já sido feita a distribuição dos comunicados da Campanha pelas 35 horas na Delphi e na Fitcon, com muito boa receptividade).

(Nota: não se transcrevem os últimos dois parágrafos do importante discurso do camarada Arsénio, apenas por razões de segurança quanto à organização do Partido, muito embora o assunto em apreço tenha sido tratado na reunião do Comité do Partido no Fundão).

O camarada Arsénio concluiu assim o seu importante, vibrante e entusiástico discurso:

“Caros Camaradas

Hoje é um dia importante para o Partido.

Hoje é um dia importante para a Região, para o Distrito e para Concelho do Fundão.

O PCTP/MRPP reorganiza-se em Comité no Concelho do Fundão. Esta organização vai permitir uma maior acção/intervenção política dos comunistas junto dos operários e restantes trabalhadores do concelho.

Hoje é um dia de muita alegria e satisfação pelo passo em frente que estamos a dar na organização do Partido e também por termos sido honrados com a presença do Fundador do Partido, o camarada Arnaldo Matos.

(…)

Assim, como não queremos ficar só pelas redes de contactos nos concelhos e nas fábricas, será tarefa dos comunistas preparar as condições para que exista uma organização própria em cada um deles, em comités ou células. Mas isto só se consegue ultrapassando os nossos medos, os nossos receios pequeno-burgueses.

Estamos aqui a dar o nosso passo em frente na organização do partido no Concelho do Fundão. É o princípio. Temos mais que fazer. Força! Morte ao liquidacionismo. Viva o PCTP/MRPP

Arsénio“

Depois deste importantíssimo, inteligente e entusiástico discurso do secretário distrital do Partido em Castelo Branco, falou o secretário do comité do Partido no Fundão, camarada Marco.

Falou de improviso, mas com inteligência e conhecimento muito preciso dos problemas com que se debatem a classe operária e o povo fundanense. Comungou do mesmo conhecimento agudo dos problemas, do empenhamento na luta e do entusiasmo envolvente do camarada secretário distrital do Partido.

Para o camara Marco, o mais importante é a mobilização e direcção dos operários nas maiores fábricas do concelho e o apoio à luta do povo fundanense pelos seus direitos e contra a exploração de que é vítima. Apelou à dedicação dos membros do comité e ao empenhamento na luta dos operários e do povo, chamando a atenção para a necessidade do reforço da organização do Partido.

Os restantes militantes comunistas do Comité do Partido no Fundão tiveram também a oportunidade de expressarem o seu pensamento sobre as novas tarefas em que se acham envolvidos, e o seu desejo de cumprirem escrupulosamente as suas tarefas.

Falou depois o camarada Bento, secretário regional do Partido no Maciço Central. Como se vê pela leitura do seu discurso, que a seguir se transcreve, o camarada Bento é um comunista permanentemente insatisfeito com o trabalho político realizado. Ele quer sempre mais, melhor e mais depressa e está sempre disposto a ajudar pacientemente todos os camaradas que precisam de auxílio para triunfar. Ele e os demais camaradas do Maciço Central estão totalmente dedicados à tarefa de implantar e desenvolver o nosso Partido no coração do País.

Eis o seu discurso:

“Ventos do Maciço Central!...

Estimado Camarada Arnaldo Matos,

Caros Camaradas,

É hoje claro que, há 8 meses atrás, um Grupo de Trabalho designado do Maciço Central, então reunido pela primeira vez em Seia, escolheu um Rumo certo, para reerguer das cinzas o PCTP/MRPP nesta região!

Uma parte significativa dos camaradas compreendeu logo isso, e deitou mãos à obra; a outra parte tem vindo a compreender mais lentamente, mas está a ganhar cada vez mais confiança, apoiando sem reservas o Novo Rumo traçado para o Partido, iluminado pela tocha ardente da Revolução, erguida bem alto pelo seu fundador, o Camarada Arnaldo Matos!

Em nome do Comité Regional do Maciço Central, agradeço ao Camarada Arnaldo Matos a honra que nos dá, em tê-lo presente na fundação da primeira célula, no distrito de Castelo Branco, nesta nova etapa da vida do nosso Partido.

Estamos muito atrasados no nosso trabalho; a dificuldade em aplicar a linha de massas preconizada pelo Marxismo-Leninismo para levar por diante um correcto trabalho revolucionário tem sido, no Maciço Central, uma das maiores dificuldades de ultrapassar; a ausência dum verdadeiro espírito de partido e o “deixa andar” são ainda, também, obstáculos que se encontram por vencer!

Como é sabido, o Maciço Central, e em primeiro lugar o distrito de Castelo Branco, foi o palco escolhido para o lançamento da campanha nacional pela Semana das 35 Horas para Todos os Trabalhadores, e esse privilégio deve ser motivo de orgulho para nós!

Mas também penso que por isso mesmo nós fomos investidos de uma responsabilidade à qual temos, todos, o dever de corresponder.

O Órgão Central enviou-nos a Primeira Brigada Alexandrino de Sousa que nos mostrou a grande importância da agitação e propaganda e o papel que elas devem desempenhar no trabalho político de massas e de edificação do Partido; parece no entanto que alguns de nós ainda não percebemos como dar seguimento ao excelente trabalho da Brigada na nossa região…

É claro que se ficarmos parados à espera que as coisas aconteçam, todo o trabalho da Brigada se irá perder e, isso é aquilo que nós não podemos deixar que aconteça!

Hoje e aqui nós estamos a dar mais um passo importantíssimo na consolidação do Partido no Maciço Central, obtendo, com a fundação do comité do Fundão, mais uma das muitas vitórias que nos esperam, contra a linha liquidacionista que, por algum tempo, julgou ser possível aniquilar o nosso Partido e o seu Fundador.

Penso que estamos no bom caminho!

Os meus parabéns aos camaradas do Fundão, a quem desejo um trabalho profícuo, em prol do Partido, da Classe Operária e da Revolução Proletária!

Viva o Partido!                                                                          

Bento”                                            

A terminar esta importante reunião, usou da palavra o camarada Arnaldo Matos, fundador do Partido, que começou por saudar efusivamente o secretário do comité distrital de Castelo Branco, o camarada secretário regional do Maciço Central, o camarada secretário do recém-fundado comité do concelho do Fundão e os restantes membros deste comité.

De seguida, o camarada Arnaldo Matos proferiu uma intervenção muito rigorosa, profunda e mobilizadora, sempre atentamente seguida por todos os camaradas presentes, em que abordou quatro questões fundamentais relacionadas com as futuras tarefas políticas do comité do concelho do Fundão.

A primeira, foi a da necessidade de estudar permanentemente a teoria do marxismo e a experiência das revoluções proletárias, bem como a linha política revolucionária do Partido expressa nas páginas do Luta Popular Online, de forma a que os operários passem a falar como proletários e não permitam que oportunistas falem por eles.

Salientou ainda o camarada a este propósito que os nossos operários dispõem hoje de uma capacidade de estudo superior, em comparação com a que detinham antes do 25 de Abril, o que lhes permite apreender e assimilar mais facilmente a teoria e filosofia do materialismo histórico e dialéctico, frisando que não há operários revolucionários se não dominarem o marxismo.

Sendo esta uma tarefa fundamental do comité do Partido, não apenas no seu seio, mas também junto dos operários das grandes fábricas do concelho, o camarada Arnaldo Matos definiu ainda outras três tarefas, que caracterizou e explicitou de forma muito precisa e mobilizadora: a da agitação, a da propaganda e a da organização do Partido e das massas.

A terminar, o fundador do Partido felicitou o secretário regional e o secretário do distrito de Castelo Branco pelo excelente trabalho desenvolvido e exortou os membros do comité do concelho do Fundão a prosseguirem no seu trabalho revolucionário, aprofundando o estudo do marxismo e confiando nos operários para a aplicação da linha política do Partido.

Os camaradas presentes manifestaram o seu grande apreço por esta importante intervenção, aplaudindo-a calorosamente.

Refira-se que também as intervenções dos camaradas Bento, Arsénio e Marco haviam sido objecto de um vivo aplauso.


22.06.2016

AM/CP

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