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PAÍS

Enfermeiros portugueses:
Passemos já à aplicação da semana das 35 horas!
Basta cortar a última hora todos os dias!

Tal como prevenimos, não havia nem há que alimentar ilusões ou falsas expectativas no governo de direita de Costa.
Costa prometeu e fez mesmo uma lei, aprovada na assembleia da República e promulgada por Marcelo, para a reposição das 35 horas para todos os funcionários públicos, com aplicação imediata a partir do dia 1 de Julho.
Mas, chegados a 1 de Julho, afinal não há 35 horas para ninguém.
No caso dos enfermeiros, o ministério da saúde não só não aceitou estender a aplicação deste regime de duração semanal do trabalho aos enfermeiros com Contrato Individual de Trabalho, como mesmo em relação aos restantes, a que se aplica a Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas, elaborou os horários de trabalho para o mês de Julho com base na semana de 40 horas e não das 35 (!!).
Na verdade, nunca foi intenção do governo repor imediatamente a semana das 35 horas para os enfermeiros e todos os trabalhadores da função pública, roubados em 5 horas por semana, durante quatro anos, pelo governo de traição nacional Coelho/Portas.
É que o governo de António Costa sabia de há muito que uma das condições para que a semana das 35 horas pudesse ser imediata e plenamente aplicada aos enfermeiros a partir de 1 de Julho, era a contratação de, pelo menos, mais 1.000 enfermeiros, despedidos pelo anterior governo de traição nacional Coelho/Portas.
Ora, se alguma vez tivesse passado pela cabeça do governo iniciar a reposição da semana das 35 horas a partir aquela data de 1 de Julho de 2016, então teria logo cuidado de assegurar todas as condições para que isso sucedesse, entre as quais a de contratar a tempo os enfermeiros em falta.
E não se venha dizer que a semana das 35 horas de trabalho se entende como tendo entrado em vigor no dia 1 de Julho, sendo as horas feitas para além das 35 compensadas em dias de descanso ou de férias ou, como pretende a direcção do sindicato dos enfermeiros, remuneradas como horas extraordinárias.
Em primeiro lugar, aquilo por que lutam os enfermeiros e todos os trabalhadores da função pública e do sector privado é a semana das 35 horas de trabalho e não o aumento das horas extraordinárias.
Por outro lado, ao engendrar a manobra de propor a compensação das horas de trabalho a mais para lá das 35 horas semanais, o governo quer com isso escamotear é que, para cumprir – tal como o governo anterior – os ditames de Berlim, Bruxelas e do FM, não tenciona gastar um cêntimo em pagamento de horas extraordinárias e, muito menos, na (re)contratação dos enfermeiros despedidos por Passos Coelho.
A resposta dos enfermeiros e de todos os trabalhadores a quem o governo tentar  impor a aplicação ilegal da semana das 40 horas é a de, pura e simplesmente, recusar cumprir um minuto que seja para além das 35 horas semanais (7 horas diárias), abandonando o local de trabalho, logo que esteja completado este horário.
A direcção do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, confrontada com a já previsível manobra do governo de sabotar a reposição das 35 horas semanais, convocou uma greve nacional dos enfermeiros para os próximos dias 28 e 29 de Julho.
Mas se, entretanto, os enfermeiros e todos os funcionários públicos a quem o governo não aplicar a lei da reposição da semana das 35 horas nada fizerem, lá se passou mais um mês sem que essa reposição tenha lugar.
Se o governo diz que a lei da reposição das 35 horas é de aplicação imediata, então apliquemo-la na prática, não trabalhando, desde já, mais do que esse número de horas, cumprindo o horário de 7 horas diárias onde ele vigorava.
SEMANA DAS 35 HORAS, JÁ!



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