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Saída só há uma - A saída de Portugal do euro e o derrube do governo Coelho/Portas

governo para a rua 01Ao contrário do que o aldrabão do primeiro-ministro apregoou há pouco, o termo do chamado programa de ajustamento selado pelos traidores do PSD/CDS e PS e Cavaco Silva em 2011, formalmente previsto para o próximo dia 17 de Maio, constituirá sempre uma data para esquecer e que assinalará uma etapa da liquidação da nossa soberania e a mais sinistra página de destruição da nossa independência nacional e autonomia económica e financeira iniciada com a entrada de Portugal para a Zona Euro.

Aquilo de que o governo de traição nacional Coelho/Portas se ufana quando diz ter optado pela chamada saída limpa não passa de uma gigantesca encenação e demagogia com que se pretende mascarar a instituição como perpétuos de um estado inaudito de empobrecimento, de taxas incontroláveis de desemprego, do roubo dos salários, do trabalho e das pensões, das reduções das prestações sociais, da liquidação dos serviços públicos básicos, como a saúde e a educação.

Não há nem saída nem muito menos limpa, decorridos que são três anos de uma política terrorista de genocídio fiscal e de miséria e sofrimento dos trabalhadores e do povo.

A coligação fascista no poder sabe bem que o resultado de todos os sacrifícios que impuseram ao povo português não tiveram nem têm outro destino que não seja ir directamente para o bolso dos capitalistas e do capital financeiro, através do pagamento de uma dívida e respectivos juros que cresceu e crescerá exponencialmente e que, aliás, é impagável, e para satisfazer as exigências e ditames do imperialismo germânico.

Não passa pois de uma sórdida provocação que Coelho tenha o desplante de vir homenagear os portugueses vítimas da sua política de miséria e fome, política essa que, se o actual governo de traição nacional se mantiver no poder, prosseguirá perpetuamente.

A única saída e solução para actual situação passa exclusivamente pela saída de Portugal do Euro e pelo consequente não pagamento da dívida.

Este governo de falsários e traidores sabe perfeitamente que mente, quando pretende passar a ideia de que a liberdade de decisão do país ressurgiria no dia 17 de Maio.

E isto porque a nossa autonomia política, financeira, monetária e cambial e a possibilidade de definir um plano de desenvolvimento económico que sirva os interesses do país e do povo português só ressurgirá com a saída do Euro e a reintrodução do novo Escudo.

E esta saída só pode ser alcançada com outra saída – o derrube deste governo de traição nacional e a formação de um governo democrático e patriótico!


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