EDITORIAL

Domingos Bulhão Batoteiro de Casino        

Arnaldo Matos

O Luta Popular Online, órgão central do PCTP/MRPP, tem recebido inúmeras cartas de leitores e correspondentes de Almada e de Lisboa, a denunciarem Domingos Bulhão, antigo pseudónimo Jaime, de ser frequentador assíduo e viciado do Casino de Lisboa, no Parque das Nações.

Esclareço aqui os nossos correspondentes e, de passo, os nossos leitores, que Domingos Bulhão, que usou o pseudónimo de Jaime, já não é, vai para dois anos, militante do nosso Partido.

Bulhão (Jaime) foi militante do PCTP/MRPP e membro do Comité Permanente do Comité Central, até ser suspenso, conjuntamente com o grupelho de Conceição Franco e Garcia Pereira, em 2016. O grupelho liquidacionista, depois de ver integralmente rejeitadas as suas autocríticas, com que pretendeu enganar o Partido, acabou por se demitir do PCTP/MRPP em 2016, demissões que foram aceites sem a mínima hesitação. Nenhum deles foi expulso do Partido, antes fugiram como cobardes que são e sempre foram.

Os liquidacionistas do grupelho de Conceição Franco, Garcia Pereira e Domingos Bulhão encravaram o Partido em dívidas e multas de montante global superior a 100.000 euros.

Há a possibilidade de Domingos Bulhão, de pseudónimo Jaime, ter usado esse dinheiro do Partido para jogar à batota no Casino de Lisboa, que frequenta quase diariamente e onde tem perdido pequenas fortunas, valores cuja proveniência se desconhece, mas que serão identificados em breve.

O vício de Domingos Bulhão, pseudónimo de Jaime, pela batota de Casino é sobretudo um caso de doença psíquica grave, que até hoje nunca foi por nós denunciado justamente por se tratar substancialmente de uma doença e nos merecer comiseração.

Só consentimos neste esclarecimento, porque muitos leitores e correspondentes insistem em ver o vício de batoteiro de Domingos Bulhão como o vício de um militante do Partido, o que não é verdade.

Domingos Bulhão, pseudónimo Jaime, já não é militante do Partido há mais de dois anos.

Estamos a averiguar se as dívidas contraídas em nome do Partido por Domingos Bulhão e Garcia Pereira foram ou não utilizadas para a batota de Domingos Bulhão no Casino de Lisboa.

A vida presente de Domingos Bulhão, antigo pseudónimo Jaime, mostra bem o perfil do grupelho liquidacionista de Garcia Pereira e seus amigos no interior do nosso Partido, enquanto por cá andaram: uma canalha anticomunista e antimarxista primária, canalha que foi e permanece cada vez mais desmascarada. É por isso necessário continuar firmemente a luta contra o liquidacionismo, em defesa do verdadeiro partido comunista marxista proletário.

Os Comunistas não jogam à batota!

 

26FEV18

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