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EDITORIAL

Diário de Notícias:

Um jornal, um director e um jornalista de merda

Os grandes jornais diários portugueses com suporte de papel – Correio da Manhã, Público, Diário de Notícias, Jornal de Notícias e i – estão falidos, pela simples razão de que muito pouca gente os lê e ainda menos gente os compra.

Os três grandes grupos de comunicação social (a Cofina, a Impresa e a Média Capital, que acaba de absorver a Controlinveste) e mais o Público de Belmiro de Azevedo devem à Banca e a outros credores públicos e privados qualquer coisa como mil milhões de euros, no seu conjunto.

Os matutinos Diário de Notícias, de Lisboa, e Jornal de Notícias, do Porto, estão já nas mãos dos chineses, que passarão a controlar um terço da Média Capital através do grupo Macau Knj Investment Limited, e estão já a publicar naqueles dois matutinos, na última sexta-feira de cada mês, uma separata em mandarim e língua portuguesa.

Primeiro foram os Bancos, e agora são os grandes jornais diários que seguem a via-sacra da falência e da venda aos capitalistas estrangeiros. Bancos e jornais tornaram-se espanhóis, angolanos e chineses e todos, no fundo, pela mesma razão: os Bancos porque roubaram as pequenas economias dos sectores mais pobres da população portuguesa, e os grandes jornais diários porque diariamente insultam e atacam os operários, os trabalhadores, os funcionários públicos e administrativos, os doentes, os idosos, a juventude, os desempregados e as greves e outras lutas reivindicativas de todos os explorados e oprimidos

Bancos e jornais faliram porque estão contra o povo e odeiam o povo.

Durante toda a sua existência, todos esses jornais ditos portugueses só tiveram um único inimigo político-partidário: o Movimento Reorganizativo do Partido do Proletariado (MRPP) e, depois da data fundacional de 26 de Dezembro de 1976, o Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses (PCTP/MRPP).

Será possível? Só há em Portugal um único inimigo de todos os Bancos, de todos os banqueiros, de todos os órgãos de comunicação social, de todos os directores de jornais, de todos os jornalistas?

Mesmo assim convém lembrar: o Partido só era e só é atacado, insultado e enxovalhado pelos jornais diários e outros órgãos ditos de comunicação social, quando a minha fraca figura andar por perto: ou como secretário-geral, ou como militante, ou como fundador ou como simples simpatizante do Partido. Eu sou a única ovelha negra desta sociedade exploradora e opressora!...

É uma forma especial de racismo político, que só existe na imprensa capitalista portuguesa. O MRPP e, depois, o PCTP/MRPP só eram e só são ferozmente injuriados, combatidos, menosprezados, insultados, quando eram ou quando são o Partido do Arnaldo Matos. Quando correu riscos de poder vir a ser o partido de Saldanha Sanches, de Fernando Rosas ou de Garcia Pereira, a imprensa reaccionária levava esses pseudo-dirigentes ao colo, punha-os nos cornos da Lua, lambia-lhes muitas vezes o cu, como agora lambe ao ignorante, inculto e anticomunista primário advogado Garcia Pereira, a quem escondem até a autoria de factos que o podiam fazer desaparecer aos olhos das massas, como seja a propriedade de dois iates, um na doca de Alcântara e outro na doca da ilha de Porto Santo, ou a propriedade de uma mansão na Avenida 5 de Outubro, que lhe custou 500 mil euros, o que me levou a escarnecer dele, lembrando-lhe que, com a aquisição de uma mansão desse valor, até podia candidatar-se à posse do passaporte dourado…

No último ano, não há nenhum órgão de comunicação social que não tenha destacado um dos seus jornalistas canalhas para a vil tarefa de vilipendiar o que eu escrevo e o que não escrevo, o que digo e o que não digo, o que faço e o que não faço. É Arnaldo Matos? – Fogo! É o PCTP/MRPP de Arnaldo Matos? – Pumba!

Ora, se os meus dilectos leitores puserem os seus olhos em mim verão que eu não valho assim tanta coisa: não tenho carro nem carta de condução, vivo no mesmo pequeno andar onde vivia há 50 anos, não contando o tempo que passei nas cadeias; não tenho dinheiro nem tenho vícios; em suma: não tenho nenhum cargo no PCTP/MRPP, há mais de 30 anos, e nunca tive em eleições mais de sessenta mil votos…

À primeira vista, sou o mais fraco dos fracos. De onde vem tanto ódio?

Quando no futuro alguém escrever a história de Portugal na última metade do Século XX e na primeira metade do Século XXI, e for consultar para o efeito os jornais da época, há-de interrogar-se atónito sob os motivos porque todos os jornais e demais órgãos da comunicação social escacharam de cima a baixo este pobre publicista político, com tanto ódio e tão vesga desconsideração como se ele fosse o único responsável pelas misérias deste país, - pelo défice, pela dívida, pelo desemprego, pela emigração e até pelas taxas moderadoras – depois do 25 de Abril de 1974 e até morrer. Em quarenta anos, nunca nenhum político foi tão insultado, injuriado, vilipendiado, difamado, vexado como a minha pobre figura. Eu sou o negro da comunicação social burguesa, pequeno-burguesa, fascista e terrorista do nosso País.

Sou a única vítima de racismo político em Portugal. Sim, porque também há racismo político. E eu sou inquestionavelmente uma dessas vítimas!

É compreensível que os órgãos de comunicação social capitalistas burgueses me odeiem e me ataquem como se eu fosse o seu único inimigo de classe. É que, na verdade, eu sou esse inimigo, e assumo-me como tal.

O que é mais difícil compreender é que haja jornalistas que reivindicam em todas as esquinas o direito à liberdade de imprensa e de expressão de pensamento e se sirvam dessas pretendidas liberdades para tomar a defesa de um escroque como Garcia Pereira e atacarem a pessoa que aparece a defender o Partido, o marxismo e a classe operária dos ataques reaccionários desse liquidacionista sem carácter e sem escrúpulos.

Os jornalistas podem, com certeza, escrever sobre as lutas partidárias em qualquer partido. O que não podem, enquanto jornalistas, é tomar posição pessoal a favor de uma das linhas contra a outra. É o seu código deontológico que os proíbe de tomar posição pública parcial nessa luta, não eu. Os jornalistas não podem reivindicar para si a liberdade de imprensa para desinformarem os leitores sobre o significado, sentido e alcance das lutas político-partidárias. Mas é o que fazem o Marujo e todos os vermes que têm escrito sob o PCTP/MRPP nos últimos treze meses.

Cometem aliás um erro crasso, que eu lhes agradeço: dão aos seus leitores a impressão de que os males do nosso País vêm unicamente de um homem que nunca foi chefe do governo, nem ministro, nem secretário ou subsecretário de Estado, que nunca foi presidente de câmara, director-geral ou deputado, que um terço dos livros de que leu – e foram milhares – foram lidos à luz do petróleo, que foi várias vezes preso sem culpa formada, unicamente por causa das suas ideias, que sobreviveu a tudo e mais alguma coisa, sempre lutando por uma única ideia toda a sua vida, a única ideia que é odiada pelos capitalistas, pelos seus jornais e pelos seus lacaios directores de jornais e jornalistas: ajudar a classe operária portuguesa a criar o seu partido proletário marxista comunista.

Ora, logo que vendeu a sede na Avenida da Liberdade, passou para as mãos da Média Capital e dos chineses, escolheu novo director no bandalho do Baldaia, o Diário de Notícias, pela terceira vez nos últimos treze meses, encarregou um bardamerda de jornalista semi-analfabeto, que dá, como os cães, pelo nome de Marujo, para escrever mais duas folhas a atacar-me pessoalmente, na malograda tentativa de tentar meter um anticomunista primário como o advogado Garcia Pereira dentro do PCTP/MRPP.

Nas duas páginas, o Marujo engata títulos como estes: ”O Silêncio de Garcia Pereira”, “Arnaldo Matos proíbe Garcia Pereira de ir de Férias”, “MRPP é uma seita”. As duas páginas têm o patrocínio especial, a duas colunas inteiras, de cima a baixo, da EDP – sim, claro, a eléctrica que os chineses compraram num país falido…

Podem não acreditar no que eu vos vou dizer, mas é a pura da verdade: é bom que os órgãos de comunicação social da burguesia capitalista portuguesa e do imperialismo nos ataquem, na medida em que isso prova que traçámos uma clara linha de demarcação entre nós e o inimigo. E melhor ainda se nos atacarem furiosamente e nos pintarem com os tons mais sombrios e sem a mais pequena virtude, na medida em que isso não só demonstra que traçámos uma clara linha de demarcação entre o inimigo e nós próprios, mas ainda que alcançámos um grande êxito no nosso trabalho político.

28.11.2016

Arnaldo Matos

 

 


O Ruidoso Silêncio de Garcia
Nas Orelhas Moucas do Marujo…


O verme da caneta Miguel Marujo, agora lacaio dos chineses, que escravatou no Diário de Notícias do passado dia 19 de Novembro duas páginas – 14 e 15 – de cobardes ataques ao PCTP/MRPP, aos operários, aos marxistas e comunistas portugueses, abre as duas páginas de calúnias com um linguado onde louvaminha o silêncio de Garcia, o tal advogado cujo escritório cobra honorários inconfessáveis a trabalhadores que mal têm para comer.

O elogio fúnebre de Garcia por Marujo tem mais mentiras do que palavras, tudo para favorecer o advogado e político de pacotilha, pois todas as calúnias que Marujo repete foram-lhe passadas directamente por Garcia e constam das redes sociais dos liquidacionistas expulsos do Partido, que são fontes de todos os cagaréus do jornalismo, como o paranóico Marujo.

Segundo o lacaio Marujo, Garcia, qual inocente capuchinho, fez voto de silêncio, à espera que a história lhe faça justiça… Ora, como muito bem sabe o analfabeto Marujo, Garcia todos os dias usa e abusa das redes sociais, como reles cobarde que sempre foi, para, na companhia da filha, da mulher e de uns quantos badamecos que lhe fazem a corte e lambem as botas em paga dos honorários que lhe devem, atacar a minha pessoa e a política do Partido. É uma vergonha que Garcia, falho como sempre foi de ideias, só saiba injuriar e mentir.

Diz Marujo, o homem de mão dos chineses e agora agente das secretas portuguesas, que Garcia Pereira deixou o PCTP/MRPP a 18 de Novembro de 2015. Mentira total. Garcia foi expulso do Partido no dia 5 de Outubro de 2015, o dia imediato ao do sufrágio eleitoral para a assembleia da República, por força de um artigo de Espártaco, publicado no Luta Popular Online. Um simples artigo de balanço eleitoral…

Depois disso, Garcia enviou ao Comité Central uma longa e penosa autocrítica– que será publicada muito em breve, para mostrar a toda a gente o que é um canalha –, em que, de rastos, pede perdão e manifesta o desejo de permanecer no Partido!...

Canalha e cobarde como sempre foi, Garcia pôs a mulherzinha de Odivelas e a filha a atacar o partido e a minha pessoa nas redes sociais, escrevendo ele próprio opiniões não assinadas, ou assinadas – e imagine-se por quem! – por Vladimir U, entre outros. Coitado de Lenine, que nunca esperaria ver o seu nome conspurcado por um ignorante absoluto do marxismo e do leninismo, como Garcia…

Um papagaio em silêncio? Nem os chineses acreditam nessa.

Demitiu-se numa reunião do Comité Central o papagaio Garcia? Não, Marujo; sabes bem que não. Nunca mais Garcia entrou no Comité Central do Partido, desde o dia em que foi corrido por decisão de Espártaco, publicada no Luta Popular Online, a 5 de Outubro de 2015.

Marujo, quanto recebeste para divulgar essas mentiras de Garcia, que toda a gente no Partido sabe que não têm o mínimo fundo de verdade?!...

Sim, a verdade vem à tona como o azeite. E já está a vir, para expulsar as mentiras de Garcia.

Marujo, o jornalista de merda que anda a lamber o cu a Garcia e aos chineses, descaiu-se sem querer quando escreveu que Garcia “seria para muitos o líder do PCTP/MRPP”. Ele bem tentou e os jornais da burguesia, como o Diário de Notícias, todos tentaram empurrar Garcia para a liderança do Partido. Mas falharam! O Partido rejeitou--o sempre. Porque conhecia de ginjeira o oportunista que Garcia era.

Ele próprio tentou esse golpe: demitiu o secretário-geral Conceição Franco e ocupou o lugar dele. Foi, mais uma vez, Espártaco sozinho, apenas com a força do marxismo e do comunismo do seu lado, que abrigou Garcia a demitir-se e a readmitir Franco, demissão e readmissão oportunamente divulgadas no Luta Popular Online, e que aí ainda podem ser encontradas.

Toda a gente sabe que a burguesia em peso, com Belmiro de Azevedo à frente na televisão um dia, tentou pôr Garcia na direcção do PCTP/MRPP. Fui a única pessoa que se opôs frontalmente a isso, porque sempre vi em Garcia Pereira um papagaio palrador, anticomunista e antimarxista primário, um rapazola totalmente inculto e incompetente para tudo quanto de sério se puder imaginar.

Está completamente enganado o agente das secretas Marujo. A palavra de ordem Morte aos Traidores nunca foi mandada apagar dos cartazes eleitorais do Partido.

Foi Espártaco quem sugeriu que se a colocasse por cima da cabeça de Garcia nos cartazes eleitorais. Previu Espártaco - e bem! – que os operários compreenderiam que o traidor-mor era o fotografado do painel…

No Partido, Garcia só enganou os que quiseram deixar-se enganar…

28.11.2016

 

Arnaldo Matos


 

As Eleições Regionais da Madeira
Segundo Marujo, o Jornalista de Águas Turvas…

Aconteceu que o cagaréu do ex-Diário de Notícias de Lisboa, agora Diário de Notícias de Pequim, reproduz sem pitada de espírito crítico o tal silêncio de Garcia e do seu fiel lulu Bulhão sobre as eleições legislativas regionais da Madeira.

Marujo põe-se ao lado desses dois crápulas que desapareceram com os dinheiros do Partido e não prestaram contas a ninguém. Não tenho nem nunca tive nada que ver com a decisão do Comité Central de participar nas legislativas da Madeira, e apenas ajudei na propaganda escrita, que essa é toda da minha autoria: artigos no Luta Popular Online, todos assinados, comunicados, num montante superior a vinte, todos assinados também, e o Programa Político Eleitoral do PCTP/MRPP, apresentado por mim e aprovado unanimemente pelo Comité Central, incluindo Garcia.

Fiquei agora a saber que o Partido gastou nas legislativas da Madeira um balúrdio de setenta mil euros, o que, por um lado, não me causa espanto, tal o inusitado número de viagens e estadas que Garcia Pereira e a mulher fizeram ao arquipélago, na convicção decerto de que as mini-saias e os decotes no silicone granjeariam muitos votos dos parolos ilhéus, e, por outro lado, dá bem a dimensão da roubalheira que perpetraram na caixa do Partido, pois nas eleições de Outubro para as legislativas regionais dos Açores, que estão muito mais longe do continente e se distribuem por nove ilhas, não chegámos este ano a gastar metade daquela verba, agora denunciada pelo apregoado silêncio de Garcia ao seu especial porta-voz Marujo.

Mesmo gastando nos Açores menos de metade do dinheiro que Garcia e o seu lulu esbanjaram na Madeira, não deixámos de solicitar donativos para as despesas da campanha, tendo o Partido arrecadado a quantia de 8 821 euros, que deram para pagar o pequeno livro com o Programa Político Eleitoral e demonstraram o vasto e solidário apoio que o PCTP/MRPP alcançou junto das massas trabalhadoras, coisa nunca vista nos longos tempos em que o Partido esteva sujeito à ditadura de Garcia e seus comparsas.

30.11.2016

 Arnaldo Matos



“Arnaldo Matos Proibiu

Garcia de ir de Férias”..

 Se Marujo não fosse um garoto sem carácter e sem princípios, com certeza que em vez de atacar-me por proibir Garcia e seus amigalhaços do Comité Central de gozarem um mês de férias em Agosto, ao mesmo tempo que sujeitavam os militantes do Partido a ficarem sem férias para elaborarem as listas das candidaturas encabeçadas por tais dirigentes, atacaria antes Garcia e seus acólitos, por beneficiarem das férias cujo gozo negavam aos outros. Férias para os chefes e trabalho para os súbditos, eis o que defendem à uma Garcia e o cobarde jornalista ao serviço dos chineses.

Quanto a mim não têm por onde atacar-me, pois não só não era nem sou dirigente do PCTP/MRPP, como também não gozara férias nesse ano.

De resto, não proibi Garcia de escolher as férias que quisesse, limitando-me a lembrar o óbvio: os dirigentes comunistas não têm férias quando o proletariado precisa deles e, de mais a mais, não se deitam de papo para o ar quando a revolução ou as tarefas políticas os chamam.

Para que se fique a ver o que é verdadeiramente Garcia e a canalha que ocupava o comité central do Partido no Verão de 2015, bastaria ao cão de fila Marujo ler a carta a Garcia com que denuncio essa corja no mês de Agosto do ano passado, carta que Marujo conhece por ter sido publicada no Luta Popular Online. Divirta-se o leitor a ver o que é o canalha Garcia e o modo como o zurzi sem piedade então.

 

“Caro Garcia Pereira,

Quando saíste ontem do meu escritório, já pela uma e meia da tarde, pareceu-me ter-te ouvido resmungar entre dentes qualquer coisa como cansaço e férias. O cansaço é legítimo e faz bem à saúde. Porém, se tu e os teus amigos do comité central pensam ir de férias antes de constituírem as listas dos vinte e dois círculos eleitorais e de as apresentarem ao país, isso significa ruptura total e definitiva comigo.

É preciso ter um descaramento inaudito para que tu e os teus amigos do comité central, depois de terem todos e em doses várias sabotado as eleições regionais do Partido na Madeira, venham agora sabotar também as eleições legislativas nacionais, fugindo para férias.

No comité central de um partido comunista não há lugar a férias; há mas é tarefas políticas a cumprir em nome da classe operária e do povo, nos tempos apropriados.

Férias foi o que tu e os teus amigos do comité central tiveram até agora, nos quatro meses que se escoaram desde as eleições regionais, tendo mais que tempo suficiente para elaborarem as vinte e duas listas eleitorais do Partido e não as elaboraram.

Chamei a tua atenção e a dos teus amigos do comité central para a extrema e urgente necessidade de procederem à análise das eleições regionais da Madeira e assumirem as vossas responsabilidades no caso.

A questão é aliás muito simples: tu e os teus amigos do comité central sabotaram, em doses várias, a actividade do Partido nas eleições regionais, mas a verdade é que nunca assumiram essa responsabilidade.

Agora estão a fazer a mesma coisa com estas eleições, chegando ao ponto de pôr as vossas comodidades reaccionárias pequeno-burguesas à frente dos interesses do Partido, abalando para férias antes de realizarem as tarefas.

Fica já claro: devem marcar uma data para apresentar todas as listas ao País e essa data não deve ultrapassar o dia 15 de Agosto.

Devem também definir os critérios políticos que haverão de presidir à formação das listas, pois não conheço nenhuma directiva do Partido sobre a matéria.

Anuncio desde já aquilo que entendo deverem ser esses critérios, que são aliás idênticos aos critérios propostos para a elaboração da lista regional da Madeira, muito embora tais critérios tenham sido sabotados na Região.

Os critérios são estes:

1. No conjunto das vinte e duas listas, metade dos candidatos efectivos e suplentes, no mínimo, devem ser operários e operárias.

2. Entre um terço e metade ou mais dos candidatos efectivos e suplentes devem ser mulheres de todas as idades.

3. Cerca de um terço dos candidatos efectivos e suplentes, ou até um pouco mais, deve ser constituído por independentes.

4. Metade das listas deve ser encabeçada por mulheres.

5. Até um terço das listas, devem ser encabeçadas por jovens (homens e mulheres).

6. Se possível, as listas de Setúbal, Porto e Coimbra devem ser encabeçadas por mulheres.

7. Deve haver um forte contingente de desempregados no conjunto dos candidatos efectivos e suplentes.

8. Seria bom ter trabalhadores das maiores empresas portuguesas nas listas.

9. Devemos lutar por ter emigrantes nas listas da Europa e Resto do Mundo.

Os membros do Comité Central deveriam saber mobilizar as suas famílias para os ajudarem a cumprir as suas tarefas. Se não conseguirem, então é melhor que mandem as mulheres e os maridos para férias sozinhos e para longe, de modo a não atrapalharem as tarefas eleitorais, que aliás já deveriam estar cumpridas e não estão.

Cancelo já a minha projectada ida contigo à Base Aérea do Montijo, de maneira a que não te desvies das tuas tarefas essenciais.

Não aceito discutir o conteúdo desta carta nem contigo nem com ninguém.

Dá-la-ei a conhecer aos outros membros do Comité Central e aos redactores do Luta Popular.

Esqueçam as férias! Apresentem as Listas! Até ao dia 15 de Agosto! Em todos os Círculos!

Mais duas observações:

a) Sei que alguém propôs que o comité central aprovasse a retirada do Camarada Preguiça da chefia da lista de Beja. Acho que o comité central virou agora um bando de provocadores.

O Camarada Preguiça luta, há mais de quarenta anos, sozinho e sem medo contra os provocadores social-fascistas, numa das áreas em que esse bando de reaccionários está mais fortemente implantado.

O Camarada Preguiça foi várias vezes espancado por essa canalha, mas nunca deixou cair das mãos a bandeira vermelha do Partido. Preferia ter dois Preguiças no Comité Central a ter-te a ti e aos teus amigos todos nesse lugar.

O Camarada Preguiça, por iniciativa própria, pôs-se à frente do seu macho numa caminhada histórica até Lisboa, para exigir a demissão do Cavaco.

O Camarada Preguiça é um camponês pobre que se tornou num herói do povo alentejano.

Agora está velho e também tem e sempre teve muitos defeitos. O certo, porém, é que esse comité central de pequeno-burgueses não ensinou nada ao Camarada Preguiça, desde o tempo em que eu deixei de fazer parte do comité central.

Sei também que houve um idiota do Comité Central que queria impingir um telemóvel ao Camarada Preguiça e que este, muito justamente o rejeitou, por facilmente lobrigar que o telemóvel seria um instrumento para lhe dar ordens à distância.

Há no teu comité central um conjunto de indivíduos que quer fazer do órgão supremo da direcção do Partido entre congressos uma espécie de call-center. Em vez de irem a Pias, regularmente, ensinar a política do Partido ao Preguiça, pretendem comandá-lo por telefone.

Será que tu e os teus amigos do comité central não tem vergonha dessas coisas?

Não se atrevam a correr com o Preguiça, nem a tirá-lo da cabeça de lista de Beja. Eu sairei também para ficar do lado dele.

b) Passados quatro meses desde as eleições da Madeira, e já no fim desse tempo, foi alguém à região, para falar apenas com quatro pessoas das mais de cem que o Partido abandonou.

Não há dúvida, fazes parte de um grande comité central. Já agora, em vez de impores a tua cabeça de lista da Madeira, a camarada Fernanda, porque não perguntas-te aos quatro camaradas com quem reuniste e aos outros com quem dizes ter falado qual era a proposta deles para cabeça de lista.

28.07.2015

Arnaldo Matos”

 

Porque é que o cagaréu a soldo de Pequim, das secretas e de Garcia escondeu esta carta aos seus leitores? Como veêm, eu nem sequer proibi fosse o que fosse a Garcia; limitei-me a avisá-lo que o denunciaria se fosse de férias, atirando o trabalho para cima dos ombros dos outros. Cobarde como é, Garcia ajoujou imediatamente. Hoje queixa-se ao Marujo, pedindo-lhe a protecção chinesa, das polícias secretas e do tribunal constitucional…

30.11.2016

Arnaldo Matos”



 

Um Jornalista de Merda e Mentiroso

 Marujo, o cagaréu chinês, para defender Garcia, Bulhão, em suma, o bando dos quatro dirigentes anti-partido que endividou e roubou os nossos dinheiros, talvez para ajudar a pagar a mansão de 500 mil euros onde vive o reaccionário Garcia, na avenida 5 de Outubro, nº 95, 1º andar, faz uma descrição mentirosa das instalações do Partido em Lisboa, procurando dar uma imagem absolutamente deturpada das suas idiossincrasias políticas e organizativas.

Afirma que esteve na sede do Partido, mas não diz em que dia, nem a que horas, nem sequer se questiona por que diabo de razão a sede de um partido operário marxista comunista deve funcionar, não de acordo com as suas regras revolucionárias próprias, mas de acordo com as regras do cagaréu dos chineses, ou dos partidos burgueses capitalistas reaccionários.

Em quantos prédios da cidade de Lisboa estará escrito na portada “é favor manter a porta sempre fechada”? Está talvez em centenas ou milhares de prédios; mas o bandalho jornalista Marujo só o viu no prédio da Rua da Palma, onde o PCTP/MRPP apenas ocupa metade do 3º andar... Como é que o jornalista de merda Marujo pensa poder ligar a administração do condomínio do prédio às ordens exclusivas de um dos condóminos – o PCTP/MRPP?

E, já agora, por que razão deve o Partido atender os telefones sempre que alguém para lá telefona? A sede de um partido comunista não é o call-center da Jerónimo Martins. Se este jornalista bandalho telefonasse para a sede dos outros partidos políticos em Lisboa, quantos telefonemas seriam atendidos? Acabo de fazer pessoalmente essa experiência neste momento - 09H30 de 1 de Dezembro de 2016 –, e só atendeu o telefone do PCTP/MRPP ligado ao Luta Popular Online, o jornal do Partido na web.

A desonestidade do bardamerda do Marujo vai ao ponto de esconder no seu escrito que lhe atenderam o telefonema feito para a sede da avenida do Brasil, precisamente o número que serve para acolher notícias destinadas ao jornal do Partido, e onde se pode conversar longamente, mesmo com provocadores como o Marujo.

Marujo insulta gratuitamente o nosso Partido por meio de um título de três colunas: “O MRPP é uma Seita”. Mal sabe esse garoto de merda que esse insulto já foi vomitado sobre o nosso Partido, muitas vezes: pela Pide, quando assassinou o camarada Ribeiro Santos, em 12 de Outubro de 1972; pelos provocadores da UDP, quando assassinaram o camarada Alexandrino de Sousa, em 9 de Outubro de 1975. “O MRPP é uma Seita” foi também usado continuamente pelo partido e canalha de Barreirinhas Cunhal; foi usado pelo MFA, para proibir o Partido de concorrer às eleições Constituintes, em 1975; foi usado pelo Copcon, no dia 28 de Maio de 1975, quando assaltou e destruiu todas as nossas sedes – 28 sedes – a sul de Coimbra e prendeu 432 dos nossos militantes num só dia; foi usada por Saramago, quando uma brigada do MRPP irrompeu pela sede do Diário de Notícias, na Avenida da Liberdade, para expulsar os social-fascistas do PCP e libertar os jornalistas reféns, num tempo em que o Diário de Notícias não era chinês e não tinha jornalistas de merda como o cagaréu do Marujo.

Sim, também o Sanches, o Rosas, o Barroso e agora o Bulhão e o Garcia, estes dois últimos ladrões do dinheiro do Partido e seus ruinosos dirigentes, também todos eles acabam no mesmo, bolçando o insulto logo que são expulsos das nossas fileiras, das fileiras da organização proletária marxista comunista: “O MRPP é uma Seita”.

Pois essa gente, o sinistro bando de Garcia, que nunca recrutou um único operário para o Partido, que nunca constituiu uma única célula em mais de trinta anos, que nunca conseguiu dois mil votos no distrito de Lisboa, esses, que em mais de trinta anos sempre se comportaram como um seita de provocadores liquidacionistas, esses, como Garcia e Bulhão, é que veêm agora encomendar ao bandalho do Marujo, que de pronto se prestou ao feito, a ladainha das seitas.

Mas, se é uma seita, porque é que o Diário de Notícias, o seu director Baldaia e o bardamerda do Marujo se preocupam tanto com ela? As seitas extinguem-se por si mesmas. O problema do Marujo é que esta seita já leva quarenta e seis anos de vida!... E se não é uma seita? – questionar-se-á Marujo aterrorizado. É que o Partido poderá querer conversar com ele um dia destes…

01.12.2016

 Arnaldo Matos



O Partido que Está a Mando de Homem

Ou o Partido que Está a Mando de um Homem?

 

Marujo não é apenas um jornalista de merda no conspecto profissional deontológico. É também um ignorante da língua portuguesa e das suas regras gramaticais. A cinco colunas de largo de uma das páginas onde ataca cobardemente o nosso Partido, Marujo alega que o MRPP é “um partido que está a mando de homem que não é dirigente”. Se tivesse estudado nos nossos clássicos o complexíssimo uso dos adjectivos definidos e indefinidos, Marujo teria compreendido que ao escrever a proposição - “o partido que está a mando de homem que não é dirigente” –, o que realmente está querer significar é que, a mando de alguém que não é dirigente, só pode haver mulher. Não percebemos de onde terá advindo esta repentina homofobia política a um cagaréu que no seu meio é tão ciosos das suas intimidades heterofóbicas…

Se tivesse lido os Estatutos do Partido, Marujo teria ficado a saber que o órgão dirigente máximo do Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses (PCTP/MRPP) entre Congressos é o Comité Central do Partido, eleito no último Congresso, e não um homem ou uma mulher, por mais importantes que sejam ou que se julguem. É certo que, em termos estatutários, o Comité Central pode eleger um Secretário-Geral, mas no nosso partido operário comunista marxista, o secretário-geral não é nunca o homem ou a mulher que manda no Partido. No seu partido manda a classe operária.

Aquela outra ideia completamente errónea de que Marujo se faz eco, é precisamente a ideia reaccionária do antimarxista e anticomunista Garcia, não a minha ideia nem a ideia do Partido. Ninguém individualmente manda num partido comunista marxista; para mandar no partido da classe operária, só mesmo a classe operária.

Tudo isto a besta do Marujo podia ter visto, consultando os livros e documentos públicos do Partido e o jornal Luta Popular Online. Mas não; Marujo preferiu ser trombone de um sujeito sem escrúpulos como é Garcia Pereira. Será que Marujo viu empenhada a sua liberdade de imprensa por honorários em dívida a Garcia?...

Tudo o que escrevo é pois de minha exclusiva responsabilidade política, teórica e ideológica. Apraz-me verificar que os operários e os comunistas aprovam mais as minhas opiniões do que as de Garcia. Mas isso deve-se unicamente ao facto de que os operários e os comunistas apreciam mais o marxismo ou a minha conduta pessoal honesta e séria do que as ideias burguesas reaccionárias de um anticomunista primário, vilão e velhaco como Garcia. Há muito que os operários e os comunistas se aperceberam que Garcia se agarrou ao PCTP/MRPP para enriquecer à custa dele, esfolando com honorários escandalosos os magros salários dos trabalhadores, necessitados de apoio jurídico.

Garcia e Bulhão não são comunistas nem marxistas e, por isso, o PCTP/MRPP não é o partido deles. Garcia e Bulhão saíram do Partido, como Sanches, Rosas ou Barroso. O partido de Garcia e Bulhão é outro, como cada vez se vê melhor: um partido não operário, antimarxista e anticomunista; um partido reaccionário, antiproletário; um partido social-fascista.

Nos dias de hoje, Garcia e Bulhão tentam pôr de pé um grupelho antipartido, anti-PCTP/MRPP. O badameco Marujo é um instrumento oportunista da estratégia de Garcia e seus comparsas para liquidar o PCTP/MRPP.

Se Marujo não fosse um mero sabujo de Garcia, teria lido no Luta Popular Online os textos por mim assinados e aí publicados sobre a natureza de classe burguesa reaccionária do grupelho antipartido de Garcia.

No nosso Partido, no nosso jornal e nos nossos livros não há insultos a Garcia; há apenas denúncias veementes da natureza de classe dos seus pontos de vista contra-revolucionários.

Ninguém obrigou Garcia, Bulhão ou Conceição, conforme agora impingem a um jornalista de merda que tem nome de cachorro, a apresentar auto-críticas perante o Comité Central do Partido, composto por mulheres e por homens dignos. Eles, oportunistas social-fascistas é que tomaram a liberdade de apresentar essas auto-críticas, tentando permanecer a todo o custo dentro do Partido, depois de serem desmascarados e escorraçados por Espártaco, para viverem à custa do Partido, ganharem dinheiro à custa dele e liquidá-lo como Partido.

Quando publicarmos essas auto-críticas – o que será em breve – é que toda a gente ficará a saber qual é o verdadeiro perfil da canalha como Garcia, Bulhão e o seu jornalista de trampa Miguel Marujo, cagaréu dos chineses e das polícias secretas.

Será que Marujo pensa poder esconder o salto acrobático de Garcia e seus rapazes para o campo do imperialismo americano e francês?

02.12.2016

Arnaldo Matos








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